O capital humano requer investimentos
permanentes. Diante desse cenário, lá fomos nós lecionar para a turma do MBA de Gestão Estratégica a disciplina Macroprocessos de Gestão de Pessoas. Sábados de temperatura fria e de muito calor dentro da sala de aula.
Com debates acalorados e embasados nos conhecimentos e vivências dos alunos e do professor, fomos analisando os processos de RH sob uma ótica estratégica e funcional. E uma pergunta sempre vinha a tona: será que tudo aquilo que discutíamos seria uma utopia diante de um quadro onde o departamento de Recursos Humanos atua fortemente como Departamento Pessoal?
A resposta que chegamos foi: pode ser uma utopia hoje, mas se não dermos os primeiros passos, incentivarmos as transformações organizacionais e pensarmos em pessoas de forma estratégica, nada vai acontecer.
E, num mundo onde as pessoas precisam ser tratadas como pessoas, poucas empresas dão importância ao fato que são pessoas que alavancam ou destroem um negócio, simplesmente pelas suas atitudes, treinamentos e conhecimentos.
Assim, com muito orgulho, consegui passar este novo olhar para novos gestores que estão pensando estrategicamente. Pessoas que são pessoas e pensam em pessoas. Pessoas que como pessoas talentosas que são, transformarão o mundo!





