* Por Edilaine Felix - Jornal O Estado de São Paulo
Na visão de estudiosos, falar de carreiras do futuro implica em também abordar as relações de trabalho. “O emprego do jeito que o entendemos hoje, com carteira assinada e jornada definida, vai acabar. O novo emprego será de capacidade intelectual e não mais de trabalhos repetitivos”, afirma o professor da ESPM e estudioso da cultura digital Gil Giardelli, sinalizando que o profissional será mais independente, trabalhando por projetos específicos, sem vínculos por tempo indeterminado com uma única empresa.
Nesse sentido, o professor da Faculdade de Economia da PUC-SP Leonardo Trevisan acredita que o trabalho vai se transformar em uma plataforma de negócios, o que exige adaptabilidade ao contexto econômico e ao mercado por parte deste profissional. Ele deverá se ajustar a ciclos rápidos e à inovação, além de entender como se comportar nesse cenário.
“A empresa não observará apenas o resultado de área, e sim o impacto que o profissional produzirá no negócio”, diz Trevisan.
Nesse ambiente, haverá espaço, por exemplo, para profissionais de cibersegurança e cientistas de dados, entre outros. Mas de acordo com Giardelli, as profissões que devem surgir nos próximos anos não serão apenas de exatas, humanas ou biológicas. “Antes, cada área era estanque, mas no futuro estarão todas do mesmo lado para formar um profissional completo para o século 21.”
Tecnologia. Essa mescla pode ser encontrada, por exemplo, no profissional que reúne habilidades de matemática, estatística, lógica de programação e comunicação escrita e visual. Trata-se do cientista de dados, função cada vez mais requisitada pelo mercado e exercida pelo também professor universitário Leonardo Oliveira Dias, de 34 anos.
Ele é cofundador da Semantix, empresa prestadora de consultoria, treinamento e suporte para tecnologia de big data, internet das coisas, análise de dados, além de serviços técnicos para implantação de cluster (computadores interligados).
“O cientista de dados prevê fraudes e prejuízos, coleta informações meteorológicas, identifica padrões, interpreta dados e os torna compreensível para o público geral e para as empresas”, afirma Dias.
“O cientista de dados não é só um estatístico, ele é um profissional que precisa interpretar e transmitir os resultados com clareza”, reforça o cofundador da Semantix, cuja formação também mesclou tecnologia e jornalismo, tendo iniciado sua carreira em startups.
Tripé. “Quando você pensa em tecnologia, o tripé mobilidade, cloud e analytics está transformando o mundo”, diz o gerente sênior da divisão de tecnologia da Robert Half, Fábio Saad.
Segundo ele, a característica empreendedora tem muita importância nesse novo cenário. “Antes, pensávamos que no futuro um robô tiraria a vaga do ser humano, hoje há inovação tirando emprego de um setor inteiro. E quem perde emprego está cada vez mais interessado em empreender, e empreender no mundo digital.”
Para Saad, o profissional de TI deverá cada vez mais ser formado para ter características empreendedoras e para ser um agente transformador.
Outra atividade que tem despertado o interesse dos mercados é o modern marketing, na qual o seu profissional se utiliza de ferramentas tecnológicas para engajar, conquistar e criar relacionamento com o consumidor de produtos ou serviços.
Perfil. João Pedro Salles Blaconi, de 30 anos, atua na área de marketing digital há oito anos. Formado em publicidade e propaganda com pós-graduação em inteligência de mercado na ESPM e em inovação radical no conceituado Massachusetts Institute of Technology (MTI), nos Estados Unidos, ele esclarece que o modern marketing tem a função de passar para o cliente uma experiência consistente e pessoal de consumo.
“As empresas querem saber como atingir um consumidor específico e utilizamos a tecnologia para classificar e oferecer ao cliente produtos apropriados ao seu perfil. Nós definimos como e de que maneira vamos causar impacto nas pessoas”, conta.
Para trabalhar nessa função, o profissional precisa ter vontade de aprender e de superar as expectativas. “Trabalhamos para clientes que esperam ter resultados tangíveis, reais. Agilidade e assertividade são extremamente importantes para o cargo”, diz Blaconi.
07 abril, 2016
06 abril, 2016
MÚSICA DO DIA: AXÉ DA ECONOMIA
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01 abril, 2016
29 março, 2016
REPENSE A SUA VIDA!
Quantas vezes você já se pegou reclamando da vida, do trabalho, do trânsito maluco de uma cidade grande? Você já pensou que tudo isso pode ser estresse causado pelo modus operandi que levamos?
Sim, devemos batalhar por um lugar ao sol. Trabalhar, trabalhar e trabalhar virou lema de uma geração que não teve tempo de viver... e esse geração formou filhos dependentes, que viam na rotina dos pais o melhor jeito para se levar a vida.
E lá fomos nós, cantarolando felizes e contentes: "preciso trabalhar, preciso ganhar dinheiro...". E, sugados por este espírito, achamos tudo isso normal. Mas chega uma hora que é preciso dar um basta nisso tudo e repensar a vida!
Deixar de lado tudo aquilo que nos deixa infelizes e partir em busca de novos rumos se faz necessário quando entendemos que não precisamos viver só para ganharmos dinheiro, mas sim ganhar dinheiro com aquilo que nos deixa feliz e que nos motiva.
Afinal, quem não quer conciliar trabalho e prazer? E ainda, ganhar dinheiro fazendo aquilo que ama?
Deixar de lado o viver pelo trabalho, para viver em plenitude com o eu interior é o começo da transformação. Se conhecer efetivamente, por meio de uma análise SWOT da sua vida, entendendo seus pontos fortes e fracos e, ao mesmo tempo, buscar oportunidades e identificar ameaças a sua felicidade, é um ótimo ponto de partida para isso.
Seja diferente do modelo padrão. Porém, sei que tudo isso, nos dias atuais, pode parecer utopia. Mas, se deixarmos de pensar apenas no capitalismo das coisas e vivermos pelo capitalismo do eu, nossa vida se transformará.
Isso aconteceu comigo. E pode acontecer com você. Conecte-se com você, reflita sobre suas atitudes, e repense a sua vida para ser feliz!
Sim, devemos batalhar por um lugar ao sol. Trabalhar, trabalhar e trabalhar virou lema de uma geração que não teve tempo de viver... e esse geração formou filhos dependentes, que viam na rotina dos pais o melhor jeito para se levar a vida.
E lá fomos nós, cantarolando felizes e contentes: "preciso trabalhar, preciso ganhar dinheiro...". E, sugados por este espírito, achamos tudo isso normal. Mas chega uma hora que é preciso dar um basta nisso tudo e repensar a vida!
Deixar de lado tudo aquilo que nos deixa infelizes e partir em busca de novos rumos se faz necessário quando entendemos que não precisamos viver só para ganharmos dinheiro, mas sim ganhar dinheiro com aquilo que nos deixa feliz e que nos motiva.
Afinal, quem não quer conciliar trabalho e prazer? E ainda, ganhar dinheiro fazendo aquilo que ama?
Deixar de lado o viver pelo trabalho, para viver em plenitude com o eu interior é o começo da transformação. Se conhecer efetivamente, por meio de uma análise SWOT da sua vida, entendendo seus pontos fortes e fracos e, ao mesmo tempo, buscar oportunidades e identificar ameaças a sua felicidade, é um ótimo ponto de partida para isso.
Seja diferente do modelo padrão. Porém, sei que tudo isso, nos dias atuais, pode parecer utopia. Mas, se deixarmos de pensar apenas no capitalismo das coisas e vivermos pelo capitalismo do eu, nossa vida se transformará.
Isso aconteceu comigo. E pode acontecer com você. Conecte-se com você, reflita sobre suas atitudes, e repense a sua vida para ser feliz!
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21 março, 2016
GESTÃO: AS PESSOAS SÃO APENAS NÚMEROS?
Durante a minha vida profissional e acadêmica, sempre me incomodou o fato de ser tratado como um Recurso, como um número, prestes a ser descartado a qualquer momento. Mas, no meu ponto de vista, pessoas não são recursos, muito menos números. São as pessoas que geram números, ganhos, dividendos. São elas a força motriz da iniciativa.
Muitos me dizem que isso é a regra do mercado, que ele age assim e que temos que entender que as coisas funcionam assim... Realmente, o mercado age assim.
E diante dos nossos olhos, os gestores devem aceitar essa premissa?
Quando se pensa em RH, devemos pensar em pessoas e nas pessoas. Entender que uma pessoa não é igual a outra e tem seus anseios e desejos diferenciados. Quando uma empresa passar a compartilhar destes princípios, uma revolução se dará.
Ao invés de números, ela terá pessoas capazes de entregar todos os resultados possíveis. E se houver um envolvimento emocional, melhor ainda. Afinal, pessoas de verdade não são números frios e descartáveis, elas gostam de ser acolhidas, de se sentirem bem.
E partilhando destes princípios, a empresa terá pessoas alinhadas com as premissas da empresa, motivadas, capacitadas e comprometidas com o resultados. E entregarão muito mais do que aquilo que foi proposto.
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15 outubro, 2015
SOU PROFESSOR, COM MUITO ORGULHO
Professor, profissão tão nobre
Passa os dias atrás de novidades
Não para um segundo de pensar
Como transformar seus alunos
O bom professor se preocupa
sofre, teima, inova e busca acompanhar
os novos ritmos, os novos caminhos
Mas o professor também dita e trilha
novos rumos, acompanhando a vida dos seus alunos
E celebra cada conquista.
Cada vitória, cada novo aprendizado adquirido
Cada nova lição, cada nova bronca,
Tudo isso faz parte da vida de um professor
E eu tenho orgulho de ser professor e desempenhar um papel transformador na vida de cada um dos mais de 5 mil alunos que já assistiram pelo menos uma aula minha.
Feliz Dia dos Professores!
09 setembro, 2015
EU SOU ADMINISTRADOR!
Muitos me perguntam porque Administração? Uma profissão tão nobre, que muito se desvalorizou no decorrer do tempo, afinal, faz administração quem não sabe o que fazer.
Mas Administração não é para quem não sabe o que fazer é sim para aqueles que pensam e enxergam o mundo de uma forma diferente. É pela e na Administração que vemos como o mundo pode ser analisado sob diferentes aspectos.
Administração não é só Planejar, Organizar, Dirigir e Controlar. Administração vai muito além de Taylor, Fayol, Maslow, Webber, Mayo, Drucker, Roque e o POC3... Administração é a alma da organização, é o que faz a roda girar e a empresa lucrar.
Pode parecer utopia, mas por ser generalista a nossa atuação pode acontecer de todas as formas, jeitos e com um toque de pessoalidade que poucas outras profissões podem oferecer. E isso eu aprendi em 4 anos na primeira escola de Administração do Brasil, a ESAN, onde me formei com muito orgulho.
Fazemos 50 anos de profissão regulamentada, com muitas histórias e muito a conquistar, tanto no quesito pessoal, quanto no profissional. Assim como marketing é tudo, o Administrador é o agente da ação, entre o impossível com o imaginado. Do intangível, para o realizado.
Feliz dia do Administrador de Empresas,
Adm. Augusto Roque
Mas Administração não é para quem não sabe o que fazer é sim para aqueles que pensam e enxergam o mundo de uma forma diferente. É pela e na Administração que vemos como o mundo pode ser analisado sob diferentes aspectos.
Administração não é só Planejar, Organizar, Dirigir e Controlar. Administração vai muito além de Taylor, Fayol, Maslow, Webber, Mayo, Drucker, Roque e o POC3... Administração é a alma da organização, é o que faz a roda girar e a empresa lucrar.
Pode parecer utopia, mas por ser generalista a nossa atuação pode acontecer de todas as formas, jeitos e com um toque de pessoalidade que poucas outras profissões podem oferecer. E isso eu aprendi em 4 anos na primeira escola de Administração do Brasil, a ESAN, onde me formei com muito orgulho.
Fazemos 50 anos de profissão regulamentada, com muitas histórias e muito a conquistar, tanto no quesito pessoal, quanto no profissional. Assim como marketing é tudo, o Administrador é o agente da ação, entre o impossível com o imaginado. Do intangível, para o realizado.
Feliz dia do Administrador de Empresas,
Adm. Augusto Roque
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06 agosto, 2015
DE VOLTA, DE NOVO!
Estamos de volta. O blog, volta a ativa!
O novo blog, está novo de novo.
Nele teremos análises e pensamentos voltados para o mercado de trabalho, dicas, conselhos e tudo mais!
Não teremos uma periodicidade definida, mas sempre teremos algo aqui.
Sigam-me os bons!
25 agosto, 2011
ISSO É SÃO PAULO
O dia amanhece cinzento, com uma densa neblina cobrindo o topo dos prédios. Prenúncio de um dia quente, apesar do frio que estava no momento.
Ao meu lado, pessoas apressadas caminhavam com seu destino definido, focadas, sem piscar ou sorrir. No máximo conversavam com algum colega do lado, mexiam no celular ou ouviam alguma música. Dada a pressa, alguns correm pela rua, pelo meio dos carros parados. Que juntos fazem uma sinfonia entre buzinas, carros e pedestres.
Por conta disso, mudei a minha rotina e caminhei. Caminhei pelas subidas e descidas do bairro, passando por parques, jardins e carros, muitos carros que estavam parado no trânsito matinal cotidiano.
Buzinas, porém, que tem o som cortado pelo canto de maritas, alegres, bicando uma árvore qualquer.
Belezas distintas, isso é São Paulo!
23 novembro, 2010
PAUL McCARTNEY: LIVE AND LET DIE!
Desde os meus tempos de moleque, sonhava em ver ao vivo ao menos 3 bandas/ cantores: Ultraje a rigor, Beatles e Mutantes. O Ultraje era relativamente mais fácil, e consegui vê-los pela primeira vez em 1999 em um show no Centro Cultural São Paulo (SP), com direito a visita no camarim e tudo mais. Como ver os Beatles seria impossível, restava-me assistir algum dos integrantes ao vivo. Quase consegui isso em 1993, mas uma recuperação no colégio me impediu.
Os Mutantes, assim como os Beatles, dificilmente eu veria, cheguei até assistir alguns shows de Sérgio Dias, mas tudo mudou no dia 25/01/2007, quando os Mutantes finalmente se reencontraram para um show antológico no Parque da Independência em São Paulo.
Faltava os Beatles. A vontade era tanta que, na falta dos originais, buscavamos saciar a vontade com os covers como o Beatles 4ever ou até mesmo tocando músicas do quarteto de Liverpool em bandas de garagens ou aniversários.
Boatos e boatos sobre a vinda de Paul McCartney ao Brasil sempre apareceram, ano após ano, dizia-se que no próximo ele viria, mas nunca acontecia. Até a real confirmação em setembro. Não podia acreditar.
Tal como na F-1, o jeito foi comprar os ingressos no primeiro dia, nos primeiros instantes em que a compra foi liberada. Dito, feito e confirmado, apesar dos problemas decorrentes do site de compras. Um mês era o que faltava para o show, mas antes disso tinha corrida em Interlagos, provas na faculdade e por aí vai.
Só fui pensar no show mesmo no sábado pela manhã, quando finalmente caiu a ficha que veria Paul McCartney, ao vivo, na minha frente. Um quarto dos Beatles ali representado, que no final acabou sendo bem mais do que só 1/4, quando foram feitas as homenagens através de músicas e balões brancos.
Com uma lua cheia de testemunha, o velhinho de 68 anos mandou vem em clássicos que fizeram literalmente o Morumbi tremer. Uníssonos, músico e platéia cantavam juntos e vibravam a cada instante. Era visível a felicidade e a emoção de todos.
Jet, All my Loving...o coro, a dancinha hilária de Abe, o baterista, a tentativa de Paul falar em português... como esquecer de Something, My Love, The long and widding road? Como não se emocionar com Hey Jude cantada a plenos pulmões por todos. E Yesterday? I've just seen the face?
Como não ouvir e se espantar com Helter Skelter, Sgt Peppers e The End? Como não ficar encantado com Live and Let Die e Band on the run? Como esquecer um dia desses?
As memórias e o som das músicas ainda preenchem um espaço consideravel de mim. Tudo soa Beatles, tudo soa Paul McCartney.
Obrigado, por realmente me fazer feliz.
Os Mutantes, assim como os Beatles, dificilmente eu veria, cheguei até assistir alguns shows de Sérgio Dias, mas tudo mudou no dia 25/01/2007, quando os Mutantes finalmente se reencontraram para um show antológico no Parque da Independência em São Paulo.
Faltava os Beatles. A vontade era tanta que, na falta dos originais, buscavamos saciar a vontade com os covers como o Beatles 4ever ou até mesmo tocando músicas do quarteto de Liverpool em bandas de garagens ou aniversários.
Boatos e boatos sobre a vinda de Paul McCartney ao Brasil sempre apareceram, ano após ano, dizia-se que no próximo ele viria, mas nunca acontecia. Até a real confirmação em setembro. Não podia acreditar.
Tal como na F-1, o jeito foi comprar os ingressos no primeiro dia, nos primeiros instantes em que a compra foi liberada. Dito, feito e confirmado, apesar dos problemas decorrentes do site de compras. Um mês era o que faltava para o show, mas antes disso tinha corrida em Interlagos, provas na faculdade e por aí vai.
Só fui pensar no show mesmo no sábado pela manhã, quando finalmente caiu a ficha que veria Paul McCartney, ao vivo, na minha frente. Um quarto dos Beatles ali representado, que no final acabou sendo bem mais do que só 1/4, quando foram feitas as homenagens através de músicas e balões brancos.
Com uma lua cheia de testemunha, o velhinho de 68 anos mandou vem em clássicos que fizeram literalmente o Morumbi tremer. Uníssonos, músico e platéia cantavam juntos e vibravam a cada instante. Era visível a felicidade e a emoção de todos.
Jet, All my Loving...o coro, a dancinha hilária de Abe, o baterista, a tentativa de Paul falar em português... como esquecer de Something, My Love, The long and widding road? Como não se emocionar com Hey Jude cantada a plenos pulmões por todos. E Yesterday? I've just seen the face?
Como não ouvir e se espantar com Helter Skelter, Sgt Peppers e The End? Como não ficar encantado com Live and Let Die e Band on the run? Como esquecer um dia desses?
As memórias e o som das músicas ainda preenchem um espaço consideravel de mim. Tudo soa Beatles, tudo soa Paul McCartney.
Obrigado, por realmente me fazer feliz.
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