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23 setembro, 2016
VIVER É SE ADAPTAR
Com esta frase, emprestada de Euclides da Cunha, analisamos o atual contexto do trabalhador. Nunca antes na história se exigiu tanto em termos de competências básicas (inglês e pós-graduação não são mais diferenciais, são commodities). As empresas buscam desesperadamente colaboradores já preparados desde sempre uma vez que, por conta da velocidade e do dinamismo do mercado, não conseguem mais dar conta de treinar e preparar.
Por outro lado, o colaborador se sente perdido nas escolhas. Como abraçar tudo isso e ainda ter vida social? Fazer faculdade, aprender, viver... tudo parece difícil, tudo parece distante. E, no infringir das palavras, parece que quanto mais se aprende, menos a pessoa sabe. Pronto, temos a receita para o desespero.
Antes de mais nada, é preciso ter calma. Calma para entender que aquilo que muitas vezes criticamos pode ser o maior aliado. Hoje temos tanta tecnologia disponível ao nosso alcance que devemos utilizá-la a nosso favor. Deixar um pouco de lado só o uso de redes sociais para focar em ambientes virtuais de aprendizagem é fundamental para você ter vantagens competitivas de carreira.
Assim, adaptando-se às novas demandas de mercado, juntando com atitudes pró-ativas, você alcançará seu lugar ao sol, com muito destaque! Saia da mesmice, deixe o comodismo de lado e seja feliz!
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30 junho, 2016
Valores nas empresas: muito além dos bons salários e promoções
* Por Wilson Bremer Cerqueira
Quando se fala em valores, é exatamente o que a palavra ostenta na prática: relações respeitosas, gestores próximos dos colaboradores e vice-versa
A satisfação pessoal no trabalho sempre esteve associada a imaginários como bom salário, estabilidade, políticas de promoção e status. A companhia tem papel relevante nesses assuntos, é verdade, mas num mundo de rápidas transformações, não é só isso que deve continuar sendo levado em conta hoje. Empresas já começam a notar a necessidade de estabelecer novos horizontes para motivar seu pessoal e evitar a perda de bons colaboradores. No Brasil, trata-se de tema que, aos poucos, passa a integrar as agendas das áreas de recrutamento. As companhias precisam se preparar para construir e praticar, com base em uma espécie de carta de princípios, uma série de valores que faça o colaborador identificar-se com a empresa, criando no profissional um interesse natural de longa relação com aquele local de trabalho.
Quando se fala em valores, é exatamente o que a palavra ostenta na prática: relações respeitosas, gestores próximos dos colaboradores e vice-versa, clareza na comunicação e na transmissão de responsabilidades, chance de apresentar críticas e sugestões, trabalho em equipe, engajamento em causas comunitárias, entre outras situações que sirvam de combustível para impulsionar a dinâmica sempre motivadora das relações de trabalho e convivência por parte de todos.
Sensibilizado ao estar inserido numa realidade baseada em valores autênticos que ajudam a empresa a funcionar bem, o colaborador cria para si a sensação natural de pertencimento e de fazer a diferença, além de desenvolver meios que o façam pensar a fundo se deve mesmo aceitar um eventual convite de outra companhia. Nesse sentido, o grande desafio da área de Recursos Humanos é buscar colaboradores alinhados aos valores que a empresa encara como um patrimônio vital de sua existência. Quando você traz uma pessoa que tem valores diferentes daqueles que a empresa prega, provavelmente essa relação não será duradoura.
Um Código de Conduta claro e efetivo pode auxiliar - e muito - nesse processo de incentivar e despertar o colaborador para os valores da empresa. No momento em que se planeja contratar alguém engajado com esses valores, a probabilidade final do resultado positivo que este colaborador irá devolver é muito maior. O profissional conseguirá chegar à conclusão que o trabalho é o meio e tem um valor muito maior que o próprio resultado. Quando trabalha em uma empresa alinhada com os seus valores, o colaborador sente que está inserido em um contexto que compartilha da sua visão de mundo. Ele pactua com aquilo que está sendo feito como algo muito maior e impactante para a empresa e para si.
Quando se fala em valores, é exatamente o que a palavra ostenta na prática: relações respeitosas, gestores próximos dos colaboradores e vice-versa
A satisfação pessoal no trabalho sempre esteve associada a imaginários como bom salário, estabilidade, políticas de promoção e status. A companhia tem papel relevante nesses assuntos, é verdade, mas num mundo de rápidas transformações, não é só isso que deve continuar sendo levado em conta hoje. Empresas já começam a notar a necessidade de estabelecer novos horizontes para motivar seu pessoal e evitar a perda de bons colaboradores. No Brasil, trata-se de tema que, aos poucos, passa a integrar as agendas das áreas de recrutamento. As companhias precisam se preparar para construir e praticar, com base em uma espécie de carta de princípios, uma série de valores que faça o colaborador identificar-se com a empresa, criando no profissional um interesse natural de longa relação com aquele local de trabalho.
Quando se fala em valores, é exatamente o que a palavra ostenta na prática: relações respeitosas, gestores próximos dos colaboradores e vice-versa, clareza na comunicação e na transmissão de responsabilidades, chance de apresentar críticas e sugestões, trabalho em equipe, engajamento em causas comunitárias, entre outras situações que sirvam de combustível para impulsionar a dinâmica sempre motivadora das relações de trabalho e convivência por parte de todos.
Sensibilizado ao estar inserido numa realidade baseada em valores autênticos que ajudam a empresa a funcionar bem, o colaborador cria para si a sensação natural de pertencimento e de fazer a diferença, além de desenvolver meios que o façam pensar a fundo se deve mesmo aceitar um eventual convite de outra companhia. Nesse sentido, o grande desafio da área de Recursos Humanos é buscar colaboradores alinhados aos valores que a empresa encara como um patrimônio vital de sua existência. Quando você traz uma pessoa que tem valores diferentes daqueles que a empresa prega, provavelmente essa relação não será duradoura.
Um Código de Conduta claro e efetivo pode auxiliar - e muito - nesse processo de incentivar e despertar o colaborador para os valores da empresa. No momento em que se planeja contratar alguém engajado com esses valores, a probabilidade final do resultado positivo que este colaborador irá devolver é muito maior. O profissional conseguirá chegar à conclusão que o trabalho é o meio e tem um valor muito maior que o próprio resultado. Quando trabalha em uma empresa alinhada com os seus valores, o colaborador sente que está inserido em um contexto que compartilha da sua visão de mundo. Ele pactua com aquilo que está sendo feito como algo muito maior e impactante para a empresa e para si.
14 junho, 2016
Como o Snapchat pode alterar a forma de se fazer marketing nas redes sociais*
* Por Fábio Ricotta
Ideal para vídeos na vertical, o que abre novas possibilidades criativas e de linguagem, o Snapchat garante possibilidades interessantes de anúncio para as marcas
No mercado digital, nem sempre uma rede social com muitos usuários se torna um espaço que gera resultados às empresas que colocam sua marca. Mas é isso que está acontecendo com o Snapchat, aplicativo de publicação de fotos e vídeos de até 10 segundos de duração. Com a quantidade de pessoas usando o Snapchat, e com as possibilidades de estratégia de anúncio e produção de conteúdo, podemos dizer que é uma excelente rede social para se investir. Atualmente, a quantidade de visualizações que um vídeo patrocinado pode ter no aplicativo é de 40 milhões!
Ideal para vídeos na vertical, o que abre novas possibilidades criativas e de linguagem, o Snapchat garante possibilidades interessantes de anúncio para as marcas. Além de ter um público com grande maioria de pessoas entre 18 e 34 anos, essa rede social também se provou um ambiente de muito engajamento. Para o lançamento de um filme, um anúncio no Snapchat se provou 3 vezes mais efetivo que os anúncios em outro local. Por enquanto, o sistema de anúncios não está disponível a todos, mas deve ser liberado em breve.
Postagens imensuráveis para resultados imensuráveis
Acostumados com múltiplas possibilidades de mensurar os anúncios, os profissionais de Marketing Digital terão que aceitar as restrições do Snapchat. Os dados que o aplicativo permite visualizar são apenas a quantidade de visualizações e os usuários que deram ‘print’ na tela. Os prints são a única maneira de “eternizar” um post, já que o Snapchat se destaca por deixar as fotos e vídeos por apenas 24h. A efemeridade das publicações torna a rede social um ambiente muito mais dinâmico.
Para pensar nas estratégias que uma marca pode ter, aqui vão algumas dicas importantes: o Snapchat é um ambiente muito voltado para os bastidores, então vale a pena investir em mostrar ao público como são criados os produtos, ou como é a vida da pessoa que representa a marca. Quem acompanha alguém no Snapchat, é muito mais do que um seguidor, mas um verdadeiro fã. É uma rede social muito pessoal, que reproduz a visão da pessoa e faz os fãs se sentirem juntos dela, por isso não dá para publicar apenas vídeos impessoais, e sim focados nas pessoas. Estas características são evidenciadas pela pouca possibilidade de edição de vídeos, e também pelas ferramentas de bate-papo que valorizam a conversa apenas entre duas pessoas.
Outras duas funcionalidades importantes do Snapchat são os filtros e máscaras permitem uma linguagem leve, jovem, e inspirada nos memes. Desta forma, as marcas mais vinculadas ao bom humor podem encontrar vantagens. Mostrar os bastidores tem que ser sempre uma coisa leve e feita para mostrar que somos humanos, como aqueles vídeos de erros de gravação que até hoje passam na TV. A “cereja do bolo” que o aplicativo oferece é o Geofiltro. É como se fosse um selo que estampa na imagem em que lugar a pessoa está. Existem marcas já criadas para cidades, mas as marcas podem criar seus próprios filtros, como um tipo de anúncio que gera engajamento. É uma ferramenta que pode gerar muito resultado para restaurantes e parques, por exemplo, além de vários tipos de eventos.
Ideal para vídeos na vertical, o que abre novas possibilidades criativas e de linguagem, o Snapchat garante possibilidades interessantes de anúncio para as marcas
No mercado digital, nem sempre uma rede social com muitos usuários se torna um espaço que gera resultados às empresas que colocam sua marca. Mas é isso que está acontecendo com o Snapchat, aplicativo de publicação de fotos e vídeos de até 10 segundos de duração. Com a quantidade de pessoas usando o Snapchat, e com as possibilidades de estratégia de anúncio e produção de conteúdo, podemos dizer que é uma excelente rede social para se investir. Atualmente, a quantidade de visualizações que um vídeo patrocinado pode ter no aplicativo é de 40 milhões!
Ideal para vídeos na vertical, o que abre novas possibilidades criativas e de linguagem, o Snapchat garante possibilidades interessantes de anúncio para as marcas. Além de ter um público com grande maioria de pessoas entre 18 e 34 anos, essa rede social também se provou um ambiente de muito engajamento. Para o lançamento de um filme, um anúncio no Snapchat se provou 3 vezes mais efetivo que os anúncios em outro local. Por enquanto, o sistema de anúncios não está disponível a todos, mas deve ser liberado em breve.
Postagens imensuráveis para resultados imensuráveis
Acostumados com múltiplas possibilidades de mensurar os anúncios, os profissionais de Marketing Digital terão que aceitar as restrições do Snapchat. Os dados que o aplicativo permite visualizar são apenas a quantidade de visualizações e os usuários que deram ‘print’ na tela. Os prints são a única maneira de “eternizar” um post, já que o Snapchat se destaca por deixar as fotos e vídeos por apenas 24h. A efemeridade das publicações torna a rede social um ambiente muito mais dinâmico.
Para pensar nas estratégias que uma marca pode ter, aqui vão algumas dicas importantes: o Snapchat é um ambiente muito voltado para os bastidores, então vale a pena investir em mostrar ao público como são criados os produtos, ou como é a vida da pessoa que representa a marca. Quem acompanha alguém no Snapchat, é muito mais do que um seguidor, mas um verdadeiro fã. É uma rede social muito pessoal, que reproduz a visão da pessoa e faz os fãs se sentirem juntos dela, por isso não dá para publicar apenas vídeos impessoais, e sim focados nas pessoas. Estas características são evidenciadas pela pouca possibilidade de edição de vídeos, e também pelas ferramentas de bate-papo que valorizam a conversa apenas entre duas pessoas.
Outras duas funcionalidades importantes do Snapchat são os filtros e máscaras permitem uma linguagem leve, jovem, e inspirada nos memes. Desta forma, as marcas mais vinculadas ao bom humor podem encontrar vantagens. Mostrar os bastidores tem que ser sempre uma coisa leve e feita para mostrar que somos humanos, como aqueles vídeos de erros de gravação que até hoje passam na TV. A “cereja do bolo” que o aplicativo oferece é o Geofiltro. É como se fosse um selo que estampa na imagem em que lugar a pessoa está. Existem marcas já criadas para cidades, mas as marcas podem criar seus próprios filtros, como um tipo de anúncio que gera engajamento. É uma ferramenta que pode gerar muito resultado para restaurantes e parques, por exemplo, além de vários tipos de eventos.
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24 maio, 2016
SOBRE VALORES E FELICIDADE...
Era uma vez um jovem ingressando no mercado de trabalho, seu sonho era ganhar dinheiro, a qualquer custo. O tempo foi passando e o preço pago foi caro. Agoniado, sozinho, triste e rico, esse já não tão jovem, buscava explicações para a falta de êxito pessoal.
Nisso, adentra em sua sala um jovem pouco valorizado na empresa, cansado de ser mal tratado, quis desabafar com seu chefe, pois não sentia mais clima por lá e, aos prantos, soltou que aquele ambiente não era pra ele.
O antigo funcionário pediu demissão e foi desenvolver novas atividades, longe daquele ambiente hostil. Concentrado no seu trabalho e nos resultados que tinha que dar aos acionistas, esse momento passou despercebido para o chefe.
Passado algum tempo, o jovem ex-funcionário prosperava em uma empresa cujos valores, ações e atitudes refletiam exatamente o seu modo de pensar e agir. Trabalhava feliz e dava resultados nunca antes vistos por esta empresa. Assim, logo passou a ser disputado por outras empresas.
Cobiçado, pode analisar cada proposta que chegava em sua mesa, até que se deparou com um pedido inusitado. Seu ex-chefe o procurara, desta vez não para lhe passar trabalho e meta, mas sim para entender como ele havia conseguido se destacar de maneira tão impressionante, sendo que anos atrás ele era um simples operário que reclamava da vida e da empresa.
A resposta foi simples e direta: aqui sou feliz porque os objetivos da empresa estão alinhados com meus objetivos pessoais e isso faz com que tudo aconteça sem que eu precise me enganar para conseguir algo, muito menos passar por cima de pessoas para galgar novos postos.
Aquilo caiu como uma bigorna na cabeça do ex-chefe, que imediatamente desabou aos prantos. Soube ali, com aquelas palavras, que sua vida profissional tinha sido trilhada de forma errada e não havia muito mais tempo para mudar.
Moral da história: mesmo em períodos de crise, busque trabalhar em empresas que tenham valores próximos aos seus. A sua felicidade no mundo corporativo depende disso,
O antigo funcionário pediu demissão e foi desenvolver novas atividades, longe daquele ambiente hostil. Concentrado no seu trabalho e nos resultados que tinha que dar aos acionistas, esse momento passou despercebido para o chefe.
Passado algum tempo, o jovem ex-funcionário prosperava em uma empresa cujos valores, ações e atitudes refletiam exatamente o seu modo de pensar e agir. Trabalhava feliz e dava resultados nunca antes vistos por esta empresa. Assim, logo passou a ser disputado por outras empresas.
Cobiçado, pode analisar cada proposta que chegava em sua mesa, até que se deparou com um pedido inusitado. Seu ex-chefe o procurara, desta vez não para lhe passar trabalho e meta, mas sim para entender como ele havia conseguido se destacar de maneira tão impressionante, sendo que anos atrás ele era um simples operário que reclamava da vida e da empresa.
A resposta foi simples e direta: aqui sou feliz porque os objetivos da empresa estão alinhados com meus objetivos pessoais e isso faz com que tudo aconteça sem que eu precise me enganar para conseguir algo, muito menos passar por cima de pessoas para galgar novos postos.
Aquilo caiu como uma bigorna na cabeça do ex-chefe, que imediatamente desabou aos prantos. Soube ali, com aquelas palavras, que sua vida profissional tinha sido trilhada de forma errada e não havia muito mais tempo para mudar.
Moral da história: mesmo em períodos de crise, busque trabalhar em empresas que tenham valores próximos aos seus. A sua felicidade no mundo corporativo depende disso,
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11 abril, 2016
Conhecer valores do empregador pode impulsionar a carreira*
* Por Jornal O Estado de São Paulo
Sintonia entre os profissionais e os objetivos, metas e balizadores de atuação das empresas é uma das chaves da realização no trabalho
Mesmo sem nenhuma experiência, um profissional sorridente e entusiasmado tem grandes chances de conseguir um emprego na rede de hamburguerias Johnny Rockets, multinacional em operação no Brasil desde o fim de 2013.
Servir entusiasticamente os clientes é um dos principais pontos do posicionamento institucional da companhia. Está descrito no site da empresa, norteia as seleções e os treinamentos dos colaboradores. “Precisamos que as pessoas tenham alegria de trabalhar, porque vendemos entretenimento, e não apenas hambúrgueres”, diz diretor de operações no Johnny Rockets Brasil, Alan Torres.
A experiência de comer uma das lojas da empresa no País envolve, de fato, uma proposta de diversão: além de todos os clientes serem recebidos com um vigoroso “olá” por parte do pessoal no salão, todos os funcionários reservam, de tempos em tempos, um tempo para dançar entre as mesas, acompanhando músicas norte-americanas de meados do século passado.
“As pessoas que vão trabalhar conosco têm de entender a nossa cultura. Na integração (que dura 25 dias, em média), essas questões são muito ressaltadas”, diz o master franqueado da empresa no Brasil, Antonio Augusto Ribeiro de Souza.
Hoje com cinco lojas no País, o Johnny Rockets está em um agressivo movimento de expansão. Em 18 anos, a expectativa da companhia é ter 150 lojas por aqui, por isso ela não pode sofrer com a alta rotatividade. “Para se ter um lugar em que as pessoas têm de dançar e sorrir, elas precisam ser bem tratadas”, diz Torres. Entre os benefícios oferecidos para os funcionários estão um plano de carreira, assistência médica e odontológica, alimentação e seguro de vida, além do salário e das rendas extras decorrentes de venda.
Evidentes, como são no caso da hamburgueria, ou bem mais discretos, a missão, a visão e os valores de uma organização servem para guiar todos os seus passos. Conhecer esses traços da cultura das companhias é um importante aliado para trabalhadores em busca crescimento e realização profissional, na opinião de especialistas em carreira. E o segredo do sucesso, segundo eles, está sediado no terreno da identificação.
Para o diretor de educação da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH – Nacional), Luiz Edmundo Rosa, os profissionais devem saber claramente, antes de mais nada, quais são a missão, a visão e os valores que os guiam na vida. “Escolha o seu mercado e busque quais empresas são compatíveis com o que quer. As pessoas mais bem preparadas selecionam os empregadores”, diz.
Feito isso, a hora é de buscar referências. Na seção institucional dos sites, as principais empresas divulgam suas missões, seus objetivos e os seus balizadores éticos, informações que servem como um bom ponto de partida para entendê-las – isso quando os dados são coerentes com a realidade.
“Uma empresa que se diz transparente tem de ser transparente em tudo, inclusive no processo seletivo. Na entrevista, preste atenção em como é recebido”, diz a diretora de gestão de carreiras e talentos da consultoria Right Management, Simone Leon.
Desafio. O grande desafio no mundo corporativo está, segundo ela, justamente em entender quais são os traços implícitos das culturas empresariais, descritas nos comportamentos, nos rituais entre as equipes e nas decisões dos gestores.
Com objetivos de esclarecimento, Simone sugere que os profissionais utilizem as informações dadas pelas empresas como base para comparações. “Olhe projetos sociais da empresa, veja onde ela direciona esforços, veja que movimentos ela está fazendo no mercado, se está em um processo de expansão ou de fusão, por exemplo.”
A consultora Fátima Motta, também professora dos cursos de MBA da ESPM ), diz que os profissionais podem buscar referências em conversas com funcionários das empresas de interesse, em sites que registram reclamações de consumidores e até nas entrevistas de emprego. “O candidato pode perguntar como é o clima entre os funcionários, quais são os motivos para promoções ou desligamentos e até questionar como as empresas realizam o que dizem querer.”
A conexão entre os objetivos pessoais dos profissionais e os das companhias é importante, na opinião de Fátima, porque interferem no engajamento e até na felicidade dos trabalhadores. “Se há conexão, existe prazer, comprometimento e resultados positivos. Acho que seria fantástico se a pessoa colocasse a sua missão, visão e valores pessoais no seu currículo. O problema é que muita gente não sabe dizer quais são seus objetivos.”
Seleção. Do lado das empresas, a identificação é muito valorizada. Segundo a gerente de comunicação e marketing da recrutadora Hays, Mariana Scwharz, os selecionadores analisam, por meio do histórico de ex-empregadores, qual é o perfil de atuação dos candidatos e, eventualmente, propõem problemas, para avaliar quais seriam as posturas do executivo.
“Temos de ver também qual é o momento de vida da pessoa. Uma mulher pode ser agressiva em busca de resultados e ter se dedicado muito ao trabalho, mas, em certa idade, quer ser mãe e terá outras prioridades.”
–
OS CONCEITOS
Missão
É o propósito da empresa, sua razão de existir. Em geral, as organizações enfatizam nesse conceito não apenas sua atividade-fim, mas os fatores que diferenciam a sua atuação no mercado. Segundo especialistas, o ideal é que a missão seja uma orientação simples e objetiva
Visão
Corresponde ao objetivo maior da empresa ou, em outras palavras, o que ela quer se tornar ou alcançar em um determinado prazo. É comum que as companhias destaquem neste quesito metas como alcançar uma posição de destaque em um determinado setor ou completar um processo interno de adaptação
Valores
São os balizadores de atuação para que a companhia realize a sua missão e chegue ao que estabeleceu como visão. Esses três elementos juntos, concretizados no dia a dia da companhia nas relações interpessoais, nas decisões e nos rituais, formam a cultura organizacional
Mesmo sem nenhuma experiência, um profissional sorridente e entusiasmado tem grandes chances de conseguir um emprego na rede de hamburguerias Johnny Rockets, multinacional em operação no Brasil desde o fim de 2013.
Servir entusiasticamente os clientes é um dos principais pontos do posicionamento institucional da companhia. Está descrito no site da empresa, norteia as seleções e os treinamentos dos colaboradores. “Precisamos que as pessoas tenham alegria de trabalhar, porque vendemos entretenimento, e não apenas hambúrgueres”, diz diretor de operações no Johnny Rockets Brasil, Alan Torres.
A experiência de comer uma das lojas da empresa no País envolve, de fato, uma proposta de diversão: além de todos os clientes serem recebidos com um vigoroso “olá” por parte do pessoal no salão, todos os funcionários reservam, de tempos em tempos, um tempo para dançar entre as mesas, acompanhando músicas norte-americanas de meados do século passado.
“As pessoas que vão trabalhar conosco têm de entender a nossa cultura. Na integração (que dura 25 dias, em média), essas questões são muito ressaltadas”, diz o master franqueado da empresa no Brasil, Antonio Augusto Ribeiro de Souza.
Hoje com cinco lojas no País, o Johnny Rockets está em um agressivo movimento de expansão. Em 18 anos, a expectativa da companhia é ter 150 lojas por aqui, por isso ela não pode sofrer com a alta rotatividade. “Para se ter um lugar em que as pessoas têm de dançar e sorrir, elas precisam ser bem tratadas”, diz Torres. Entre os benefícios oferecidos para os funcionários estão um plano de carreira, assistência médica e odontológica, alimentação e seguro de vida, além do salário e das rendas extras decorrentes de venda.
Evidentes, como são no caso da hamburgueria, ou bem mais discretos, a missão, a visão e os valores de uma organização servem para guiar todos os seus passos. Conhecer esses traços da cultura das companhias é um importante aliado para trabalhadores em busca crescimento e realização profissional, na opinião de especialistas em carreira. E o segredo do sucesso, segundo eles, está sediado no terreno da identificação.
Para o diretor de educação da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH – Nacional), Luiz Edmundo Rosa, os profissionais devem saber claramente, antes de mais nada, quais são a missão, a visão e os valores que os guiam na vida. “Escolha o seu mercado e busque quais empresas são compatíveis com o que quer. As pessoas mais bem preparadas selecionam os empregadores”, diz.
Feito isso, a hora é de buscar referências. Na seção institucional dos sites, as principais empresas divulgam suas missões, seus objetivos e os seus balizadores éticos, informações que servem como um bom ponto de partida para entendê-las – isso quando os dados são coerentes com a realidade.
“Uma empresa que se diz transparente tem de ser transparente em tudo, inclusive no processo seletivo. Na entrevista, preste atenção em como é recebido”, diz a diretora de gestão de carreiras e talentos da consultoria Right Management, Simone Leon.
Desafio. O grande desafio no mundo corporativo está, segundo ela, justamente em entender quais são os traços implícitos das culturas empresariais, descritas nos comportamentos, nos rituais entre as equipes e nas decisões dos gestores.
Com objetivos de esclarecimento, Simone sugere que os profissionais utilizem as informações dadas pelas empresas como base para comparações. “Olhe projetos sociais da empresa, veja onde ela direciona esforços, veja que movimentos ela está fazendo no mercado, se está em um processo de expansão ou de fusão, por exemplo.”
A consultora Fátima Motta, também professora dos cursos de MBA da ESPM ), diz que os profissionais podem buscar referências em conversas com funcionários das empresas de interesse, em sites que registram reclamações de consumidores e até nas entrevistas de emprego. “O candidato pode perguntar como é o clima entre os funcionários, quais são os motivos para promoções ou desligamentos e até questionar como as empresas realizam o que dizem querer.”
A conexão entre os objetivos pessoais dos profissionais e os das companhias é importante, na opinião de Fátima, porque interferem no engajamento e até na felicidade dos trabalhadores. “Se há conexão, existe prazer, comprometimento e resultados positivos. Acho que seria fantástico se a pessoa colocasse a sua missão, visão e valores pessoais no seu currículo. O problema é que muita gente não sabe dizer quais são seus objetivos.”
Seleção. Do lado das empresas, a identificação é muito valorizada. Segundo a gerente de comunicação e marketing da recrutadora Hays, Mariana Scwharz, os selecionadores analisam, por meio do histórico de ex-empregadores, qual é o perfil de atuação dos candidatos e, eventualmente, propõem problemas, para avaliar quais seriam as posturas do executivo.
“Temos de ver também qual é o momento de vida da pessoa. Uma mulher pode ser agressiva em busca de resultados e ter se dedicado muito ao trabalho, mas, em certa idade, quer ser mãe e terá outras prioridades.”
–
OS CONCEITOS
Missão
É o propósito da empresa, sua razão de existir. Em geral, as organizações enfatizam nesse conceito não apenas sua atividade-fim, mas os fatores que diferenciam a sua atuação no mercado. Segundo especialistas, o ideal é que a missão seja uma orientação simples e objetiva
Visão
Corresponde ao objetivo maior da empresa ou, em outras palavras, o que ela quer se tornar ou alcançar em um determinado prazo. É comum que as companhias destaquem neste quesito metas como alcançar uma posição de destaque em um determinado setor ou completar um processo interno de adaptação
Valores
São os balizadores de atuação para que a companhia realize a sua missão e chegue ao que estabeleceu como visão. Esses três elementos juntos, concretizados no dia a dia da companhia nas relações interpessoais, nas decisões e nos rituais, formam a cultura organizacional
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07 abril, 2016
Profissional do futuro será empreendedor*
* Por Edilaine Felix - Jornal O Estado de São Paulo
Na visão de estudiosos, falar de carreiras do futuro implica em também abordar as relações de trabalho. “O emprego do jeito que o entendemos hoje, com carteira assinada e jornada definida, vai acabar. O novo emprego será de capacidade intelectual e não mais de trabalhos repetitivos”, afirma o professor da ESPM e estudioso da cultura digital Gil Giardelli, sinalizando que o profissional será mais independente, trabalhando por projetos específicos, sem vínculos por tempo indeterminado com uma única empresa.
Nesse sentido, o professor da Faculdade de Economia da PUC-SP Leonardo Trevisan acredita que o trabalho vai se transformar em uma plataforma de negócios, o que exige adaptabilidade ao contexto econômico e ao mercado por parte deste profissional. Ele deverá se ajustar a ciclos rápidos e à inovação, além de entender como se comportar nesse cenário.
“A empresa não observará apenas o resultado de área, e sim o impacto que o profissional produzirá no negócio”, diz Trevisan.
Nesse ambiente, haverá espaço, por exemplo, para profissionais de cibersegurança e cientistas de dados, entre outros. Mas de acordo com Giardelli, as profissões que devem surgir nos próximos anos não serão apenas de exatas, humanas ou biológicas. “Antes, cada área era estanque, mas no futuro estarão todas do mesmo lado para formar um profissional completo para o século 21.”
Tecnologia. Essa mescla pode ser encontrada, por exemplo, no profissional que reúne habilidades de matemática, estatística, lógica de programação e comunicação escrita e visual. Trata-se do cientista de dados, função cada vez mais requisitada pelo mercado e exercida pelo também professor universitário Leonardo Oliveira Dias, de 34 anos.
Ele é cofundador da Semantix, empresa prestadora de consultoria, treinamento e suporte para tecnologia de big data, internet das coisas, análise de dados, além de serviços técnicos para implantação de cluster (computadores interligados).
“O cientista de dados prevê fraudes e prejuízos, coleta informações meteorológicas, identifica padrões, interpreta dados e os torna compreensível para o público geral e para as empresas”, afirma Dias.
“O cientista de dados não é só um estatístico, ele é um profissional que precisa interpretar e transmitir os resultados com clareza”, reforça o cofundador da Semantix, cuja formação também mesclou tecnologia e jornalismo, tendo iniciado sua carreira em startups.
Tripé. “Quando você pensa em tecnologia, o tripé mobilidade, cloud e analytics está transformando o mundo”, diz o gerente sênior da divisão de tecnologia da Robert Half, Fábio Saad.
Segundo ele, a característica empreendedora tem muita importância nesse novo cenário. “Antes, pensávamos que no futuro um robô tiraria a vaga do ser humano, hoje há inovação tirando emprego de um setor inteiro. E quem perde emprego está cada vez mais interessado em empreender, e empreender no mundo digital.”
Para Saad, o profissional de TI deverá cada vez mais ser formado para ter características empreendedoras e para ser um agente transformador.
Outra atividade que tem despertado o interesse dos mercados é o modern marketing, na qual o seu profissional se utiliza de ferramentas tecnológicas para engajar, conquistar e criar relacionamento com o consumidor de produtos ou serviços.
Perfil. João Pedro Salles Blaconi, de 30 anos, atua na área de marketing digital há oito anos. Formado em publicidade e propaganda com pós-graduação em inteligência de mercado na ESPM e em inovação radical no conceituado Massachusetts Institute of Technology (MTI), nos Estados Unidos, ele esclarece que o modern marketing tem a função de passar para o cliente uma experiência consistente e pessoal de consumo.
“As empresas querem saber como atingir um consumidor específico e utilizamos a tecnologia para classificar e oferecer ao cliente produtos apropriados ao seu perfil. Nós definimos como e de que maneira vamos causar impacto nas pessoas”, conta.
Para trabalhar nessa função, o profissional precisa ter vontade de aprender e de superar as expectativas. “Trabalhamos para clientes que esperam ter resultados tangíveis, reais. Agilidade e assertividade são extremamente importantes para o cargo”, diz Blaconi.
Na visão de estudiosos, falar de carreiras do futuro implica em também abordar as relações de trabalho. “O emprego do jeito que o entendemos hoje, com carteira assinada e jornada definida, vai acabar. O novo emprego será de capacidade intelectual e não mais de trabalhos repetitivos”, afirma o professor da ESPM e estudioso da cultura digital Gil Giardelli, sinalizando que o profissional será mais independente, trabalhando por projetos específicos, sem vínculos por tempo indeterminado com uma única empresa.
Nesse sentido, o professor da Faculdade de Economia da PUC-SP Leonardo Trevisan acredita que o trabalho vai se transformar em uma plataforma de negócios, o que exige adaptabilidade ao contexto econômico e ao mercado por parte deste profissional. Ele deverá se ajustar a ciclos rápidos e à inovação, além de entender como se comportar nesse cenário.
“A empresa não observará apenas o resultado de área, e sim o impacto que o profissional produzirá no negócio”, diz Trevisan.
Nesse ambiente, haverá espaço, por exemplo, para profissionais de cibersegurança e cientistas de dados, entre outros. Mas de acordo com Giardelli, as profissões que devem surgir nos próximos anos não serão apenas de exatas, humanas ou biológicas. “Antes, cada área era estanque, mas no futuro estarão todas do mesmo lado para formar um profissional completo para o século 21.”
Tecnologia. Essa mescla pode ser encontrada, por exemplo, no profissional que reúne habilidades de matemática, estatística, lógica de programação e comunicação escrita e visual. Trata-se do cientista de dados, função cada vez mais requisitada pelo mercado e exercida pelo também professor universitário Leonardo Oliveira Dias, de 34 anos.
Ele é cofundador da Semantix, empresa prestadora de consultoria, treinamento e suporte para tecnologia de big data, internet das coisas, análise de dados, além de serviços técnicos para implantação de cluster (computadores interligados).
“O cientista de dados prevê fraudes e prejuízos, coleta informações meteorológicas, identifica padrões, interpreta dados e os torna compreensível para o público geral e para as empresas”, afirma Dias.
“O cientista de dados não é só um estatístico, ele é um profissional que precisa interpretar e transmitir os resultados com clareza”, reforça o cofundador da Semantix, cuja formação também mesclou tecnologia e jornalismo, tendo iniciado sua carreira em startups.
Tripé. “Quando você pensa em tecnologia, o tripé mobilidade, cloud e analytics está transformando o mundo”, diz o gerente sênior da divisão de tecnologia da Robert Half, Fábio Saad.
Segundo ele, a característica empreendedora tem muita importância nesse novo cenário. “Antes, pensávamos que no futuro um robô tiraria a vaga do ser humano, hoje há inovação tirando emprego de um setor inteiro. E quem perde emprego está cada vez mais interessado em empreender, e empreender no mundo digital.”
Para Saad, o profissional de TI deverá cada vez mais ser formado para ter características empreendedoras e para ser um agente transformador.
Outra atividade que tem despertado o interesse dos mercados é o modern marketing, na qual o seu profissional se utiliza de ferramentas tecnológicas para engajar, conquistar e criar relacionamento com o consumidor de produtos ou serviços.
Perfil. João Pedro Salles Blaconi, de 30 anos, atua na área de marketing digital há oito anos. Formado em publicidade e propaganda com pós-graduação em inteligência de mercado na ESPM e em inovação radical no conceituado Massachusetts Institute of Technology (MTI), nos Estados Unidos, ele esclarece que o modern marketing tem a função de passar para o cliente uma experiência consistente e pessoal de consumo.
“As empresas querem saber como atingir um consumidor específico e utilizamos a tecnologia para classificar e oferecer ao cliente produtos apropriados ao seu perfil. Nós definimos como e de que maneira vamos causar impacto nas pessoas”, conta.
Para trabalhar nessa função, o profissional precisa ter vontade de aprender e de superar as expectativas. “Trabalhamos para clientes que esperam ter resultados tangíveis, reais. Agilidade e assertividade são extremamente importantes para o cargo”, diz Blaconi.
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29 março, 2016
REPENSE A SUA VIDA!
Quantas vezes você já se pegou reclamando da vida, do trabalho, do trânsito maluco de uma cidade grande? Você já pensou que tudo isso pode ser estresse causado pelo modus operandi que levamos?
Sim, devemos batalhar por um lugar ao sol. Trabalhar, trabalhar e trabalhar virou lema de uma geração que não teve tempo de viver... e esse geração formou filhos dependentes, que viam na rotina dos pais o melhor jeito para se levar a vida.
E lá fomos nós, cantarolando felizes e contentes: "preciso trabalhar, preciso ganhar dinheiro...". E, sugados por este espírito, achamos tudo isso normal. Mas chega uma hora que é preciso dar um basta nisso tudo e repensar a vida!
Deixar de lado tudo aquilo que nos deixa infelizes e partir em busca de novos rumos se faz necessário quando entendemos que não precisamos viver só para ganharmos dinheiro, mas sim ganhar dinheiro com aquilo que nos deixa feliz e que nos motiva.
Afinal, quem não quer conciliar trabalho e prazer? E ainda, ganhar dinheiro fazendo aquilo que ama?
Deixar de lado o viver pelo trabalho, para viver em plenitude com o eu interior é o começo da transformação. Se conhecer efetivamente, por meio de uma análise SWOT da sua vida, entendendo seus pontos fortes e fracos e, ao mesmo tempo, buscar oportunidades e identificar ameaças a sua felicidade, é um ótimo ponto de partida para isso.
Seja diferente do modelo padrão. Porém, sei que tudo isso, nos dias atuais, pode parecer utopia. Mas, se deixarmos de pensar apenas no capitalismo das coisas e vivermos pelo capitalismo do eu, nossa vida se transformará.
Isso aconteceu comigo. E pode acontecer com você. Conecte-se com você, reflita sobre suas atitudes, e repense a sua vida para ser feliz!
Sim, devemos batalhar por um lugar ao sol. Trabalhar, trabalhar e trabalhar virou lema de uma geração que não teve tempo de viver... e esse geração formou filhos dependentes, que viam na rotina dos pais o melhor jeito para se levar a vida.
E lá fomos nós, cantarolando felizes e contentes: "preciso trabalhar, preciso ganhar dinheiro...". E, sugados por este espírito, achamos tudo isso normal. Mas chega uma hora que é preciso dar um basta nisso tudo e repensar a vida!
Deixar de lado tudo aquilo que nos deixa infelizes e partir em busca de novos rumos se faz necessário quando entendemos que não precisamos viver só para ganharmos dinheiro, mas sim ganhar dinheiro com aquilo que nos deixa feliz e que nos motiva.
Afinal, quem não quer conciliar trabalho e prazer? E ainda, ganhar dinheiro fazendo aquilo que ama?
Deixar de lado o viver pelo trabalho, para viver em plenitude com o eu interior é o começo da transformação. Se conhecer efetivamente, por meio de uma análise SWOT da sua vida, entendendo seus pontos fortes e fracos e, ao mesmo tempo, buscar oportunidades e identificar ameaças a sua felicidade, é um ótimo ponto de partida para isso.
Seja diferente do modelo padrão. Porém, sei que tudo isso, nos dias atuais, pode parecer utopia. Mas, se deixarmos de pensar apenas no capitalismo das coisas e vivermos pelo capitalismo do eu, nossa vida se transformará.
Isso aconteceu comigo. E pode acontecer com você. Conecte-se com você, reflita sobre suas atitudes, e repense a sua vida para ser feliz!
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