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13 outubro, 2016

A IMPORTÂNCIA DO POSICIONAMENTO: CASE WENDY's

A rede americana de fast-food Wendy's, famosa por seus hambúrgueres quadrados, enfim se instalou no Brasil.

Como sabemos, toda empresa que está se estabelecendo em algum lugar (ou lançando um produto) deve se posicionar adequadamente para atingir o seu público alvo de forma certeira. O posicionamento da Wendy's, segundo um dos sócios é: "se posicionar entre o cardápio barato dos fast-foods e as hamburguerias gourmet, em um estilo 'fast-casual'".

Tendo isso em mente, aproveitamos o feriado para provar os lanches e ver se efetivamente a rede está cumprindo com seu posicionamento.

Apesar da pequena fila na entrada, normal para um final de feriado, ainda mais em São Paulo, temos a sensação de estarmos entrando numa lanchonete conceitual, voltada pras tendências gourmet. Os aspectos sofisticados chamam a atenção pelo uso da tecnologia na hora de fazer o pedido e também ao receber os lanches, onde os atendentes localizam onde sentamos por meio do "table locator".

Apesar da bagunça típica das lanchonetes populares, o preço dos combos é mais acessível que as redes de fast-food mais tradicionais, o que facilita a penetração no mercado. Já o lanche... em que pese o hambúrguer ser quadrado (e ser feito com carnes nobres), falta uma identidade tanto de apresentação quanto de sabor (mesmo com os molhos de pimenta exclusivos da rede).

Assim, na minha opinião, se a rede mudasse o seu posicionamento de 'fast-casual' para um gourmet casual, ainda mais levando em conta a localização das suas primeiras lojas (bairros de classe média-alta), ela teria condições para se firmar neste mercado, apostando justamente no diferencial tecnológico como vantagem competitiva.


22 agosto, 2016

A diferença entre marketing tradicional e Growth Hacking*

* Por Alessio Alionço


Embora não seja necessariamente um conceito novo no mercado, growth hacking com certeza tornou-se mais popular com o desenvolvimento da cultura de startup moderna

Você já ouviu falar do termo “Growth Hacker”? Se você esteve envolvido no setor de marketing para startups nos últimos anos, você provavelmente está bastante familiarizado com o termo growth hacking, criado pelos profissionais da indústria para definir esse conjunto específico de estratégias.

Mesmo que growth hacking seja frequentemente tomado por uma forma de marketing, na verdade existem algumas diferenças importantes e, considerando que o growth hacking chegou para ficar, é essencial que você saiba identificar as diferença. À seguir, faremos uma comparação breve do growth hacking em relação às práticas tradicionais de marketing.

Quais as diferenças entre Growth Hacking e Marketing Tradicional?

Nada está garantido no mundo das Startups:

Startups vêm, normalmente, acompanhadas de uma grande dose de incerteza: nem sempre é fácil identificar e definir uma base de clientes dentro de um curto período de tempo, provar que o cliente necessita do produto e que o produto oferece tudo aquilo de que o cliente necessita, etc..

É por isso que o principal objetivo dos growth hackers é, primordialmente, espalhar as notícias, tornando o produto/serviço conhecido no mercado e obter vendas, enquanto que o objetivo dos profissionais de marketing tradicional é o planejamento das estratégias de marketing a médio/longo prazo.

Growth Hackers estão preparados para taxas de crescimento astronômico:

Não há dúvida de que as startups crescem rapidamente, essa é uma verdade absoluta para grande parte das startups de sucesso. Na verdade, algumas startups chegam a triplicar ou ainda quadruplicar seus números no espaço de um mês.

Growth hackers são especialmente equipados com habilidades para lidar com este tipo de crescimento rápido, enquanto que, no marketing tradicional, pode haver um estranhamento em relação a taxas tão grandes (e, normalmente, objetivos igualmente ousados).

Foco no curto prazo – e orçamentos curtos!

Startups não têm à sua disposição o tipo de recursos com os quais contam as empresas grandes e bem estabelecidas no mercado, razão pela qual os growth hackers precisam saber como aumentar os números sem um orçamento especialmente generoso.

De fato, não é tão fácil quanto parece, mas os growth hackers profissionais sabem como fazer o trabalho e se manter dentro orçamentos particularmente apertados.

Agora que você tem uma boa ideia das diferenças entre growth hacking e marketing tradicional, já pode analisar todas as formas que essas estratégias de crescimento podem beneficiar seu negócio.

Embora não seja necessariamente um conceito novo no mercado, growth hacking com certeza tornou-se mais popular com o desenvolvimento da cultura de startup moderna.

10 agosto, 2016

Pokémon GO: uma ferramenta poderosa para atrair clientes*

* Por Administradores.com

Como as empresas podem se beneficiar do jogo que virou febre, principalmente entre o público jovem


O Pokémon GO mal desembarcou no Brasil e já virou febre entre pessoas de todas as faixas etárias, mas, especialmente, para os jovens. De olho nesse público e dentro de um dos 15 maiores mercados para jogos no mundo, empresas se aproveitam da mecânica do Pokémon GO para atrair clientes. “Ainda estamos descobrindo a dimensão do potencial de marketing que o jogo tem, mas já podemos utilizar algumas ferramentas, como ativar PokéStops próximas às lojas e treinar vendedores para interagir com os caçadores dos monstrinhos atraídos, por exemplo”, afirma o professor do curso de Jogos Digitais do Centro Tecnológico Positivo, Rafael Baptistella Luiz.

Para testar algumas das estratégias, Baptistella contou com o apoio do Laboratório de Varejo da Escola de Comunicação e Negócios da Universidade Positivo (UP). O teste está sendo realizado na Loja da Fábrica Positivo, no Centro de Curitiba. Além de buscar novas possibilidades para que empresas utilizem o jogo para atrair clientes, o estudo visa mensurar a efetividade da ferramenta. Por meio de uma PokéStop, com custo relativamente baixo, um módulo é ativado para atrair o Pokémon até as redondezas da loja. "O módulo faz com que os jogadores que estejam no aplicativo observem no mapa do jogo que ali por perto tem algo ativo. Eles vão até lá e pegam os Pokémons”, explica Baptistella.

No primeiro dia de estudo, o jogo gerou um fluxo de dois novos clientes a cada 15 minutos de testes. Para a coordenadora do Laboratório de Varejo da Escola de Comunicação e Negócios da UP, Fabíola Paes, o Pokémon GO já é um marco da tendência de fusão das experiências on e off-line do consumidor, já que o jogo coloca os monstrinhos em espaços físicos. "Vivemos a era da omniexperiência no varejo. O consumidor não distingue mais a diferença da experiência de compra no ambiente on-line e off-line. Ele fica no centro da experiência e de relacionamento com as marcas e está preparado para aderir a uma nova jornada de compras”, ressalta Fabíola. Para ela, o jogo populariza um comportamento que já vem sendo experimentado há algum tempo pelas marcas que é a realidade aumentada, na qual o espaço real interage com elementos virtuais.

Fora do Brasil, o McDonald´s foi a primeira marca a se associar oficialmente ao game. No Japão, a rede confirmou que seus trinta mil restaurantes terão localização patrocinada no jogo. Nos Estados Unidos, cafeterias e restaurantes já usam o Pokémon GO para atrair clientes. Um dos cases até o momento é o da pizza bar L’Inizio, em Nova York, que ativou o recurso “módulo de atração” e registrou um aumento de vendas de 75% em um fim de semana. Para o New York Post, o gerente do estabelecimento disse que gastou 10 dólares para ter uma dúzia de monstrinhos colocados no local. “Diversas empresas nacionais e estrangeiras já planejam ações de marketing para tirar proveito do sucesso que o jogo da Niantic tem registrado em escala global”, afirma Fabíola. Segundo ela, o principal desafio do estudo é descobrir como converter o fluxo gerado em novas vendas.

02 agosto, 2016

Saiba como melhorar o marketing pessoal de uma vez por todas*

* Por RH Inteligente

Você pode estar se perguntando “por que eu preciso melhorar o marketing pessoal”? Bem, vamos explicar. Todos nós, ao buscarmos um profissional, desejamos ir ao melhor deles. Da mesma forma, os gestores, ao entrevistar diversos candidatos e escolher quem ocupará a função oferecida, certamente escolherão aquele que lhes parece o “melhor” dentre os concorrentes, o mais apto para desempenhar a função.



A grande questão é que, nem sempre, os escolhidos são verdadeiramente os mais competentes. Eles apenas são os que melhor demonstram as suas habilidades. A essa qualidade de conseguir agregar valor à própria imagem, chamamos marketing pessoal.

O marketing pessoal é indispensável para o profissional que quer ser reconhecido em sua área de atuação. É preciso desenvolver as estratégias adequadas para não apenas ser notado, mas ser notório!

Neste post daremos 7 dicas de como melhorar o marketing pessoal e obter o merecido reconhecimento pelo seu trabalho. Confira!

1) Invista na sua imagem
Cuidar da aparência é fundamental. Vestir-se adequadamente e de acordo com a ocasião é indispensável para o profissional que quer se destacar. É claro que não existe uma regra de vestimenta aplicável a todos. Certamente, um profissional da área jurídica não deve trajar-se do mesmo modo que um educador físico em uma academia. Porém, num ou noutro caso, é preciso haver cuidado com a vestimenta, pois ela fala muito sobre nós e sobre a mensagem que queremos transmitir.

2) Seja pontual
Ultrapassada a fase da aparência, é hora de destacar-se por sua forma de agir. A pontualidade é uma qualidade bastante importante na seara profissional, pois demonstra afinco e profissionalismo. Ser pontual significa que o profissional é comprometido com o seu trabalho, o respeita e valoriza.

3) Esforce-se para falar corretamente
Nem todos nós somos exímios oradores, mas devemos evitar a timidez ao falar em público e prezar pelo uso da linguagem correta e culta, sobretudo no ambiente de trabalho.

Não é adequado o uso de gírias ou coloquialismos no ambiente profissional, ou quando estamos tratando com pessoas com quem não temos intimidade. É preciso zelo com a linguagem, tanto a verbal, quanto a escrita. Profissionais que titubeiam ao falar ou que escorregam na gramática não transmitem confiabilidade.

4) Seja gentil
Gentileza é como um bálsamo na correria e estresse do dia a dia. Todos temos problemas, mas não devemos trazê-los para o trabalho. Para ser reconhecido e valorizado como profissional, é indispensável que saiba tratar a todos com respeito e atenção, sendo cuidadoso com as palavras e na forma de agir. Certamente, essa conduta criará um círculo virtuoso, afinal, gentileza gera gentileza!

5) Cuide da sua reputação
A reputação é o bem mais precioso que possuímos, é o que nos caracteriza no meio social, é a imagem que os outros vão ter de nós. Por isso, é muito importante zelar dela, através da prática de condutas éticas, do respeito a si e aos outros. Além do mais, é importante evitar algumas situações desagradáveis, como por exemplo, bebedeiras em público, conduta escandalosa, roupas extravagantes, etc.

6) Demonstre serenidade frente aos problemas
Encarar os problemas com serenidade é uma importante qualidade. Um bom profissional somente é assim reconhecido porque consegue solucionar os desafios surgidos diariamente no exercício das suas funções.

Para se destacar, é preciso ter diferencial. Se fizermos o previsível, obteremos resultados previsíveis. Manter a serenidade auxilia a encontrar soluções inovadoras e através delas você obterá reconhecimento e alavancará a sua marca pessoal.

7) Capacite-se
Para melhorar o marketing pessoal é indispensável que você invista em capacitação, sob pena de sentir-se uma fraude, transmitindo uma imagem de excelência que pode não condizer com a realidade.

Fazer cursos na sua área ou fora dela, além de proporcionar novos conhecimentos, fará com que seus horizontes sejam ampliados, e, ainda, lhe possibilitará fazer uma rede de contatos – que também é de extrema importância para obter visibilidade no segmento em que atua.

19 julho, 2016

5 maneiras de simplificar o marketing nas redes sociais*

* Por Neil Patel

Hoje em dia, todas as empresas precisam fazer marketing nas redes sociais.


Rapidez e simplicidade são importantes para qualquer programa de marketing em mídias sociais.

No entanto, rapidez e simplicidade também são as coisas mais difíceis de adquirir em um programa de marketing.

Mídia social, como qualquer outra forma de marketing, pode se tornar complexa, incômoda e confusa, especialmente para empreendedores e pequenas empresas que tentam fazer tudo por conta própria.

Eu tenho lidado com a confusão das mídias sociais por mim mesmo e ajudado outras pessoas a lidar com suas frustrações.

Com pouco planejamento e empenho você pode adquirir uma simplicidade brilhante. Tente este processo para recuperar o controle do marketing da sua mídia social.

1. Crie um cronograma
As mídias sociais funcionam melhor quando você faz um cronograma. É especialmente importante se o seu programa de marketing em mídia social envolve múltiplas plataformas, muitas pessoas e distintas campanhas.

Aqui estão minhas dicas para fazer um cronograma de mídia social que funciona:

Tempo. Se você tem um time com múltiplos membros, crie um calendário compartilhado usando algo como Google Calendar. Permita a cada membro do time adicionar e editar as informações, mas escolha uma das pessoas para controlar o calendário.

Tecnologia. Se você está usando uma ferramenta de automação com um calendário, use em vez de um calendário externo. Quanto mais integrada suas ferramentas estão, mas simples seu esforço se tornará.

Tabu. Não seja escravo de seu cronograma. A mídia social é espontânea, então sinta-se livre para tentar algo que fuja dos padrões de vez em quando.

2. Utilize uma ferramenta de automação para a mídia social
Se você não faz nada do que está na lista, então faça.

Vale a pena todo o esforço da sua leitura deste artigo. Adotar esta dica pode (talvez) poupar anos de sua vida, toneladas de frustrações e te tornar mais eficaz. As pessoas vão até começar a gostar mais de você.

Pessoas inteligentes vêm fazendo um software astuto para tornar sua mídia social mais simples.

Automação para mídia social pode demandar uma ou duas horas para ser instalada e aprendida, mas uma vez ligado e deixado ronronar à uma certa distância, tornará sua mídia social mais atraente.

Aqui estão as três ferramentas de automação mais populares:

  • Hootsuite
  • Buffer
  • SocialOomph

Os custos das assinaturas são insignificantes comparados com o tempo que você vai economizar.

Escolha uma ferramenta e vá!

3. Batch
Mídia social pode ser um monstro absoluto.

Pode ocupar o seu dia, destruir sua produtividade, te distrair do seu trabalho e desmanchar seus planos bem definidos.

Muitas de nossas frustrações com a mídia social gira em torno do fato que está em toda parte, todo o tempo e não acaba!

Um rápido rolar pelo Instagram pode transformar-se em horas de descuido perdido. Um breve check-in no Twitter pode converter-seem um pesadelo de notificações. Uma inocente olhada no Facebook transforma-se em um click-click-click nas fotos das férias de uma pessoa que você nem conhece.

Eu diria para você “ser mais disciplinado” ou “pare com isso!” mas isso seria hipócrita.

Em vez disso, eu recomendo o batching. Batching é tão simples quanto eficaz.

Michael Hyatt define isso como:

 “O processamento em lote é um grupo de tarefas similares que exige recursos similares afim de simplificar sua realização.”

Sendo absolutamente claro, você só usará a mídia social quando você tiver a permissão de usá-la.

Aqui estão alguns passos que eu recomendo:

Atribua uma (ou duas, se necessário) horas para atividades exclusivas para as mídias sociais.

Faça todas as atividades das mídias sociais neste espaço de tempo.

Fora do tempo das tarefas das suas mídias sociais, desative as notificações e desligue qualquer coisa que possa te distrair e voltar ao turbilhão das mídias sociais.

É isso!

Você pode utilizar o batching para economizar tempo e esforço mental em outras coisas. O importante para manter em mente é que você não tem que utilizar a mídia social todo o dia.

Demarque sua mídia social. Ponha em sua brecha. E deixe-a lá.

Em outras palavras, batch.

4. Encontre um designer gráfico
Se você está ciente da estratégia da mídia social, eu tenho certeza que você sabe do poder do conteúdo visual.

Como você simplifica o visual da sua mídia social?

Contrate um simples designer gráfico especializado em mídia social. Utilize-o para criar todos os gráficos que você usa em blogs, Twitter, Facebook etc.

Você pode se surpreender com a quantidade de gráficos que sua mídia social necessita. De Linkedin para os posts do Facebook, as possibilidades são infinitas.

Tenha certeza que seu designer é especializado nas artes negras no tamanho das imagens da mídia social. Elas mudam frequentemente, mas são um importante componente para ter um visual impressionante.

5. Se a sua audiência não está na plataforma da mídia social, não desperdice seu tempo nisso
Uma dica: você não precisa estar em todas as plataformas de mídia social.

Calma!

Porque não?!

Primeiro, seu alvo pode não estar lá. Segundo, você pode não ser bem-sucedido nessa plataforma.

Copyblogger surpreendeu todo mundo quando decidiram fechar a sua página no Facebook. Isto danificou sua marca ou destruiu seu rendimento? Aparentemente não.

Isto permitiu eles de adquirir um sucesso maior, com mais simplicidade? Provavelmente sim.

Assim é como eles descreveram a mudança:

 “O principal foco do Copyblogger é servir sua audiência. E se essa audiência não estiver engajada com o Facebook, então não há nenhuma razão para nós gastar energia nisto. Essa energia nós podemos colocar em outras áreas – outras que você apreciam mais”.

Você pode adquirir simplicidade escolhendo o que não fazer tanto quanto escolhendo como fazer.

Talvez seja hora de largar a mídia social do seu cronograma?

Conclusão
Ame ou odeie, a mídia social veio para ficar.

01 julho, 2016

Como o Growth Hacking está mudando a forma que tratamos as coisas*

* Por Neil Patel

As razões porque growth hacking está mudando a maior parte das relações são vastas e variadas. Para simplificar, considere os fatos a seguir e descubra como o growth hacking pode revolucionar o seu negócio.


Está cansado da forma custosa e ineficiente do marketing tradicional? Veja porque você deve abraçar a mentalidade do growth hacking.

Provavelmente você já deve ter ouvido falar sobre, isso se você ainda não utilizou para alavancar o sua empresa.

Não sabe do que estamos falando? Se chama growth hacking, e está mudando tudo. Desde cultura de startups até business valuation, growth hacking é o hit do momento. Growth hacking reinventou a forma como fazemos negócios, e promoveu ganhos absurdos em direção à estratégias de sucesso para negócios.

Se você ainda está cético, apenas olhe para o sucesso de startups como Airbnb, avaliada em aproximadamente R$84.59 bilhões, ou Uber, avaliado em R$230.07 bilhões. Tenha em mente que essas empresas não são exatamente empresas de tecnologia. Elas apenas oferecem estadias de curta duração e compartilhamento de carona, respectivamente.

Os princípios que catapultaram esses negócios para o sucesso não estão baseados numa indústria particular, seus investidores que possuem “recursos infinitos”, ou mesmo seus nichos que são receptivos a disrupção de modelos tradicionais. Os princípios que fizeram essas startups “dominarem o mundo” são os princípios do growth hacking.

As razões porque growth hacking está mudando a maior parte das relações são vastas e variadas. Para simplificar, considere os fatos a seguir e descubra como o growth hacking pode revolucionar o seu negócio.

Growth Hacking te liberta do marketing tradicional

Profissionais de marketing tem um trabalho crucial para qualquer empresa, conseguir que consumidores notem produtos e serviços e façam a compra. As táticas que utilizamos para fazer isso foram mudando conforme o tempo foi passando. Growth hacking nos dá uma visão moderna, permitindo que descartemos tática e técnicas que funcionavam no passado.

Com a visão do growth hacking, profissionais começaram a notar um enorme número de falhas em suas estratégias de marketing. Cultura e tecnologia mudaram tanto, que a técnica bem sucedida de ontem é o método ultrapassado de hoje.

Growth hacking corre o risco por ignorar os princípios básicos do marketing

Essa rejeição aos métodos convencionais cria um problema. Muitos profissionais de marketing, na sua luta livre contra os princípios arcaicos, estão trabalhando em conceitos próprios que estão mais ligados à realidade.

Mas alguns princípios do marketing não mudam. A psicologia do consumidor, identificação de personas e saber a sua USP são algumas das técnicas que profissionais de marketing nunca rejeitarão.

Growth hacking não irá substituir elementos fundamentais do marketing. Na verdade, ele reitera a necessidade deles.

Growth hacking permite pequenas startups dominarem o mundo

Por que que algumas poucas startups, criadas em garagens ou dormitórios de faculdades, estão se tornando negócios tão poderosos no mundo?

Em parte, a resposta é porque existe o growth hacking. Growth hacking é, antes de qualquer coisa, uma mentalidade. Ao adotar a mentalidade de crescimento, esses negócios perceberam que eles tinham um imenso potencial em mãos, podendo gerar uma grande mudança e tomando o mercado de assalto.

Como defino um hack?

Uma forma efetiva e criativa de resolver um problema.

Com essa abordagem, growth hackers estão identificando formas de eliminar desafios que impedem o crescimento massivo de uma empresa.

Esse tipo de volatilidade de mercado é nativa a mentalidade do growth hacker. Growth hacking tem mudado tudo ao entregar ao “João Ninguém” uma enorme chance de sucesso.

Growth hacking coloca estrategista como responsáveis pelo marketing

Uma das mudanças mais incríveis que o growth hacking promoveu, está relacionado aos postos de trabalho.

Por um longo período, marketing era dominado apenas por criativos (escritores, artistas, publicitários), nerds (aficcionados por dados) ou executivos. Lembre-se de Mad Men. Conforme a tecnologia foi evoluindo, o marketing passou a ser dominado por programadores, desenvolvedores e engenheiros.

Growth hacking permitiu um ponto fora da curva. Agora, os melhores profissionais de marketing podem não ser capazes de criar uma linha sequer de código ou criar uma imagem no photoshop, mas eles pensam estrategicamente. Pensamento estratégico é o recurso mais valioso para um growth hacker. É exatamente o tipo de mentalidade que permite o growth hacking alcançar resultados inimagináveis.

Growth hacking evita que empresas sejam guiadas pelo orçamento de marketing

Uma das coisas mais incríveis alcançadas pelo growth hacking é a independência frente à um enorme orçamento de marketing.

Para uma startup alcançar o sucesso, ela precisa de poder de fogo, ou seja, marketing. Geralmente isso significa prejuízos enormes apenas para espalhar seus ideais, numa esperança frenética de que atraia consumidores. É um grande risco, e geralmente acaba matando a startup.

O growth hacking muda tudo isso. Ao invés de se fazer marketing baseado em esperanças, os profissionais passaram a utilizar dados, métodos confiáveis e estratégias inovadoras para penetrar o mercado e crescer sua base de clientes.

Pode não parecer muito tradicional, pode até parecer arriscado, mas a verdade é: Empresas podem alcançar resultados incríveis com menos orçamento.

Growth hacking força empresas focarem em receita

Minha mentalidade focada em receita fica satisfeita com esse desenvolvimento. Growth hacking é fundamental para a mudança de táticas e métodos, afim de focar em números que realmente importam; receita.

Vejo muitos profissionais de marketing tentarem técnica miraculosas e excitantes em busca da galinha de ovos de ouro. Mas o growth hacking, por se tratar de uma mudança de comportamento, faz toda sua equipe olhar para os objetivos de receita de forma diferente, desconstruir métodos e passar a alinhá-los com o objetivo real.

Um estudo feito pela Saleschat descobriu que empresas que empregam growth hacker, 53% alcançou crescimento de receita, 52% aumentou a base de novos negócios, 59% melhorou o custo de aquisição de clientes e 53% aumentou o número de novos leads.

Essas estatísticas confirmam que growth hackers são focados nos números que realmente importam. Encontrar novos consumidores, leads, CAC e receita é parte da metodologia do growth hacking que permite profissionais de marketing realizarem ações de maior impacto.

Conclusão

Growth hacking não é sobre táticas e técnicas. Você não pode fazer o que Airbnb fez e alcançar os mesmos resultados.

Você pode no entanto, tomar esses princípios e essa mentalidade de growth hacking para você e utilizar para alcançar um incrível sucesso em sua empresa.

O primeiro passo para aproveitar esse poder do growth hacking é mudar sua mentalidade. Uma simples mudança pode produzir uma enorme vantagem competitiva.

Em quais direções você vê o growth hacking mudando o mercado?

23 junho, 2016

Amazon: criando e inovando de trás para frente*

* Por Endeavor Brasil

A Amazon, além de viciada em números, é louca pelos seus clientes.


“Inovação com foco no cliente”, parece clichê, mas é esse o lema que move todos os colaboradores da loja virtual que tinha tudo para dar errado, mas se transformou em uma empresa de nível global. E como a Amazon conseguiu tudo isso? Bem, com base em uma palestra que vimos no Festival Path, a Endeavor tem algumas teorias:

Comece & crie pelo cliente
A Amazon atua em vários segmentos, com os mais diversos tipos  de clientes. A empresa se relaciona com  vendedores, desenvolvedores, consumidores, produtores de conteúdo e até mesmo com outros negócios. E o que isso tem a ver com o foco no cliente? Tudo! A Amazon trabalha o relacionamento com os seus públicos seguindo uma única filosofia:

COMECE PELO CLIENTE E TRABALHE A PARTIR DO QUE ELE PRECISA.

Em outras palavras, antes de criar um serviço ou produto, seja ele pra qual público for, a empresa coloca o chapéu de cliente e se pergunta: será que o meu cliente vai gostar desse novo produto? Na verdade, a Amazon não só escuta seus clientes, mas também cria no lugar deles. Sim, pode parecer contraditório no começo, mas faz todo o sentido. O que acontece é que em vez de esperar seus clientes peçam por um produto, a Amazon, por meio de pesquisas e outros métodos, descobre exatamente quais os desejos dos seus públicos, mesmo aqueles mais adormecidos, e cria esse produto.

Sabe aquela sensação que você tem quando vai a alguma loja, olha um produto que você nunca viu na vida, fica curioso, descobre o que ele faz e se pergunta “como eu vivi minha vida toda sem saber que isso existia?”. É basicamente esse sentimento que a Amazon desperta ao criar no lugar dos sues clientes. Na verdade, foi com esse pensamento que nasceu o Kindle.

A ideia surgiu de uma análise dos hábitos de leitura dos seus consumidores. Enquanto todas as empresas queriam ir para o lado de tablets e outras novas tecnologias, a Amazon aproximou-se o máximo dos livros tradicionais, pois percebeu que seus clientes estavam mais inclinados a um consumo de livros físicos do que online. E o resultado disso? Bem, o Kindle é  um produto utilizado por milhares de pessoas ao redor do mundo e que vem ganhando cada vez mais força.

Crie experiências
Mas, como bem sabemos, nem tudo se resume aos produtos e serviços oferecidos por uma empresa. Grande parte da mágica acontece na execução. A Amazon tem princípios muito fortes, mas um dos mais importantes é a criação  de valor para o cliente.

E quando falamos de valor não estamos nos referindo aos preços ou lucro da empresa, mas sim em vender o melhor produto para o cliente, com tudo que ele tem direito e mais. Em outras palavras, diferente de muitas empresas, a Amazon não quer apenas entregar o seu produto de forma eficiente. Ela quer fazer com que a compra dos seus consumidores seja uma verdadeira experiência, com direito a vantagens que os façam entender que ali é um lugar diferenciado dos outros. Um lugar onde ele recebe ótimos benefícios, desde frete grátis até a simples devolução de um pedido que chegou atrasado.

E para que essa entrega realmente aconteça, toda a equipe está sempre em busca da melhor qualidade de produto, sem que o consumidor tenha que pagar a mais por isso. A empresa se une e trabalha muito para que seus clientes sintam que fazer compras na Amazon é um ótimo negócio. Mas não se engane, tudo isso não nasceu do dia pra noite. A ideia veio como se não quisesse nada, primeiro tomou umas cadeiras, depois algumas mesas e, quando foram perceber, a ideia de criar valor para os clientes já movia um departamento inteiro.

Trabalhando de trás pra frente
E se você está se perguntando como a Amazon consegue manter um time engajado com resultados cada vez mais promissores, chegou a hora de conhecer o ingrediente x do negócio: a metodologia working backwards. O termo que, em inglês, significa trabalhar de trás pra frente move a Amazon há alguns anos. Nessa metodologia, você pensa primeiro no que o cliente quer e só depois começa a produzir o produto ou serviço. Lembra aquele papo de criar pelo cliente? É exatamente com essa metodologia que a empresa consegue tirar as suas ideias do papel.

Por mais estranho que possa parecer, na Amazon, o time pensa primeiro em onde quer chegar e só depois no que a empresa consegue, de fato, fazer para tornar isso real. A empresa instiga seus funcionários a soltarem a imaginação, focar na entrega final e não nas possíveis barreiras que podem encontrar no caminho desse projeto. E por que eles fazem isso? Bem, se o jeito mais fácil de se matar uma ideia é ter um espaço em que a resposta mais repetida é o famoso “não”, em um ambiente de “sim” as ideias criam raízes mais rápido.

E para ajudar nesse processo, a Amazon sempre utiliza o chamado “press release”. Sabe quando você vai apresentar um projeto em alguma reunião e passa o dia inteiro montando um power point com as informações? Na Amazon, em vez disso, eles tem esse press release que nada mais é do que um documento que irá colocar em ordem as ideias que vieram de diversos times sobre algum produto ou serviço. Mas chega de papo, vamos entender um pouco melhor o passo a passo dessa metodologia:

Elaborando a notícia
Nessa parte do processo, todos pensam em qual seria a notícia que a Amazon enviaria para as mídias. Vamos supor que a ideia seja divulgar a nova loja física da Amazon no Brasil. Todo o time se reúne, discute ideias, até que cheguem em um consenso, como: “Amazon lança loja física de livros no Brasil”. A partir do título, que resume o foco da notícia, começa uma análise do conteúdo para criar a melhor comunicação possível da notícia. Qual linguagem será utilizada? Para quais meios vamos divulgar? Será que não é melhor trocar a ordem dos parágrafos?

Colocando o chapéu do cliente
Depois de ter uma linguagem adequada, é hora de vestir o chapéu do cliente e começar a fazer perguntas outros tipos de pergunta: como meu público sabe que isso é verdade? Quais dados podemos usar para provar que as informações são verdadeiras? O intuito aqui é perceber quais gaps o seu produto ou serviço tem e fazer com que o cliente saia sem dúvidas.

Validação da ideia
Com isso em mente, listam-se as perguntas de negócio, como: temos equipe para tocar esse projeto? Como sabemos se essa é a melhor ideia? E a logística? E por mais arriscado que possa parecer, a equipe, mesmo sem saber se conseguirá um resultado ótimo, inicia o projeto. A Amazon acredita que isso ajuda a manter o foco no cliente e não no lucro.

Conferindo os resultados
Depois do projeto ser concluído, o time volta para o press release e compara o que estava prometido para o cliente lá trás e o que, de fato, foi cumprido. Essa ação ajuda a entender melhor em quais partes o processo precisa ser melhorado, além de também servir como fonte de consulta para as pessoas que desejam iniciar ou aperfeiçoar uma ideia parecida com essa. E se você acha que isso é um documento super elaborado, com gráficos e anotações, na verdade, nas palavras do diretor de produtos “o documento não passa de um word com mais ou menos umas 20 páginas, nada elaborado.”

Nenhum esforço é perdido
Mas não se iluda, essa metodologia não é a prova de erros. A Amazon já lançou muitos produtos que foram um fracasso, como o Amazon Oction, que nada mais era do que uma cópia do Ebay. E enquanto muitos empreendedores teriam se descabelado e jogado a toalha, a Amazon fez seu time pensar no que poderia fazer diferente e, para o choque de muitos, foi daí que saiu a ideia de fazer marketplace, em 2000, o que era muito inovador para época.

Com altos e baixos, a Amazon cresceu - e muito – nos últimos anos. Os pontos levantados só deixam mais nítidos os pilares que a empresa manteve durante toda a sua trajetória, os quais serviram de mola propulsora para que o negócio ganhasse cada vez mais mercado e a admiração dos seus consumiodres. E aí, depois de ler tudo isso, sua empresa foca no cliente ou em resultados?

14 junho, 2016

Como o Snapchat pode alterar a forma de se fazer marketing nas redes sociais*

* Por Fábio Ricotta

Ideal para vídeos na vertical, o que abre novas possibilidades criativas e de linguagem, o Snapchat garante possibilidades interessantes de anúncio para as marcas


No mercado digital, nem sempre uma rede social com muitos usuários se torna um espaço que gera resultados às empresas que colocam sua marca. Mas é isso que está acontecendo com o Snapchat, aplicativo de publicação de fotos e vídeos de até 10 segundos de duração. Com a quantidade de pessoas usando o Snapchat, e com as possibilidades de estratégia de anúncio e produção de conteúdo, podemos dizer que é uma excelente rede social para se investir. Atualmente, a quantidade de visualizações que um vídeo patrocinado pode ter no aplicativo é de 40 milhões!

Ideal para vídeos na vertical, o que abre novas possibilidades criativas e de linguagem, o Snapchat garante possibilidades interessantes de anúncio para as marcas. Além de ter um público com grande maioria de pessoas entre 18 e 34 anos, essa rede social também se provou um ambiente de muito engajamento. Para o lançamento de um filme, um anúncio no Snapchat se provou 3 vezes mais efetivo que os anúncios em outro local. Por enquanto, o sistema de anúncios não está disponível a todos, mas deve ser liberado em breve.

Postagens imensuráveis para resultados imensuráveis

Acostumados com múltiplas possibilidades de mensurar os anúncios, os profissionais de Marketing Digital terão que aceitar as restrições do Snapchat. Os dados que o aplicativo permite visualizar são apenas a quantidade de visualizações e os usuários que deram ‘print’ na tela. Os prints são a única maneira de “eternizar” um post, já que o Snapchat se destaca por deixar as fotos e vídeos por apenas 24h. A efemeridade das publicações torna a rede social um ambiente muito mais dinâmico.

Para pensar nas estratégias que uma marca pode ter, aqui vão algumas dicas importantes: o Snapchat é um ambiente muito voltado para os bastidores, então vale a pena investir em mostrar ao público como são criados os produtos, ou como é a vida da pessoa que representa a marca. Quem acompanha alguém no Snapchat, é muito mais do que um seguidor, mas um verdadeiro fã. É uma rede social muito pessoal, que reproduz a visão da pessoa e faz os fãs se sentirem juntos dela, por isso não dá para publicar apenas vídeos impessoais, e sim focados nas pessoas. Estas características são evidenciadas pela pouca possibilidade de edição de vídeos, e também pelas ferramentas de bate-papo que valorizam a conversa apenas entre duas pessoas.

Outras duas funcionalidades importantes do Snapchat são os filtros e máscaras permitem uma linguagem leve, jovem, e inspirada nos memes. Desta forma, as marcas mais vinculadas ao bom humor podem encontrar vantagens. Mostrar os bastidores tem que ser sempre uma coisa leve e feita para mostrar que somos humanos, como aqueles vídeos de erros de gravação que até hoje passam na TV. A “cereja do bolo” que o aplicativo oferece é o Geofiltro. É como se fosse um selo que estampa na imagem em que lugar a pessoa está. Existem marcas já criadas para cidades, mas as marcas podem criar seus próprios filtros, como um tipo de anúncio que gera engajamento. É uma ferramenta que pode gerar muito resultado para restaurantes e parques, por exemplo, além de vários tipos de eventos.

08 junho, 2016

AQUILO QUE OUVIMOS EM SALA...

Deixar uma marca, um legado... papel de um professor que busca dar o melhor para o seus alunos e orientá-los para a vida!


06 junho, 2016

HEINEKEN: THE CLICHÈ

Cerveja e Futebol, duas paixões dos brasileiros. Duas coisas exploradas ao extremos pelo marketing das empresas. Porém, sempre há espaço para inovar e criar uma ação que explore a experiência do consumidor.

E a Heineken fez isso por meio de uma ação promocional para a final da Champions League de 2016!



Como não amar o Marketing?

03 junho, 2016

A ARTE DE ENCANTAR O CLIENTE!

Você se lembra de alguma vez você já foi a algum lugar e não foi bem atendido? Como foi a sua reação? Pois é... No mercado a máxima "o cliente é REI!" e ele sempre tem razão! Esse ditado tem uma função muito forte no atendimento e muitas vezes a empresa se baseia nisso para desenvolver suas ações de venda.



O que muita empresa esquece é que encantar o cliente não é simplesmente atender bem e ponto final. Encantar o cliente deve ser um princípio que toda empresa deve seguir para alavancar sua posição no mercado e isso envolve não só a linha de frente mas toda a organização!

Ver a empresa como um centro de excelência e encantamento ao cliente é fundamental e envolve, principalmente, uma gestão orientada para resultados. Para isso, todos os membros da organização devem estar engajados e treinados: a arte de encantar o cliente começa com um simples sorriso ou um atendimento cordial pelo telefone.

Estas atividades não devem ser orientadas apenas para o público externo. Encantar o cliente interno também deve ser uma atitude da organização que busca resultados, afinal o cliente interno encantado vai, sem nenhuma dúvida, encantar o cliente externo. A empresa deve encarar todos seus colaboradores como vendedores e prepará-los para todas as situações, valorizando, treinando e mostrar diversas possibilidades de realizar seus procedimentos.

Ou seja, funcionários encantados e valorizados são a mola mestra para uma organização de sucesso!


31 maio, 2016

Os impactos da empatia no marketing*

* Por Willians Estevam

Esse pode ser o fator determinante para o sucesso do seu negócio



“Se você falar com alguém em uma linguagem que ele entende, a mensagem vai entrar em sua cabeça. Se você falar com uma pessoa na linguagem dela, a mensagem vai para o seu coração.” Nelson Mandela

Confesso que já faz algum tempo que me sinto atraído por estudos que envolvam as chamadas “conexões humanas”. Talvez pelo fato de ser publicitário, acredito que compreender o outro seja a tônica para se comunicar, viver e conviver melhor em uma sociedade cada vez mais dependente da tecnologia. As relações humanas, baseadas no olhar, no ouvir e em compreender o outro, estão cada vez mais escassas. As conversas na calçada viraram mensagens de aplicativo, abraços de aniversario viraram mensagens em redes sociais, cartas e ligações se tornam cada dia mais raros. Apresentar o produto exaltando suas qualidades já não basta, o consumidor antes puramente passivo assume hoje o papel de protagonista, com a possibilidade de pesquisar, tirar dúvidas, expressar as suas opiniões e ser ouvido.

"Faça aos outros o que gostaria que fizessem a você." Acredito que muitos já ouviram essa expressão não é mesmo? Nesse contexto tal frase deveria ser regra.

Empatia. Esse pode ser o fator determinante para o sucesso do seu negócio.

O ato de se colocar no lugar do outro, ajudar a compreender melhor o seu comportamento em determinadas circunstâncias,saber ouvir , compreender seus problemas,anseios e emoções é valorizar o consumidor,enxergar o mundo com mais clareza, reconhecer o cliente como personagem principal e entregar valor em vez de apenas produto. Lembre-se valor!

Como sabemos , que valor é algo subjetivo, o consumidor é que determina o valor de cada produto ou serviço. Mas podemos avaliar cada questão de forma mais empática possível.

Se pensarmos que qualquer estratégia de marketing visa satisfazer as necessidades de seu público-alvo e realizar seus desejos, devemos primeiramente compreender as suas emoções mais profundas e avaliar em detalhes o que eles realmente querem.

Sendo assim, acredito que a empatia deve ser o "supra-sumo" para conseguir entender melhor o seu público e avaliar em detalhe o que eles realmente querem.. Isso implica em deixar de olhar para o próprio umbigo,sair da caixinha,investir nas conexões humanas,ouvir antes de falar,respeitar o consumidor e acima de tudo o ser humano .

Compreender o que é importante para o consumidor... é ir além! Se analisarmos cuidadosamente as organizações que conseguem compreender esse ambiente, vai conseguir se comunicar melhor com seus colaboradores e o público-alvo, alvo que é na verdade composta de pessoas com sentimentos, emoção e entusiasmo.

Se você concorda que a empatia é o caminho para se relacionar melhor com os seus clientes, então fica a sugestão para começar agora mesmo!


19 maio, 2016

O MARKETING E A DISNEY

Falar da Disney soa como algo mágico, não só pelos castelos e histórias, mas por toda alegrias que ela nos transmite, assim, não é difícil imaginar que todo mundo sonha com o Universo Disney. O impacto que a Disney trás para as nossas vidas é significante.

E você já pensou que a Disney pode ser um modelo inspiracional para o seu negócio? A quanto tempo você não valoriza todas as pessoas da sua empresa? Você demonstra realmente entusiasmo com tudo o que faz? Está realmente atento a todos os detalhes?

Muitos vão dizer que tudo isso é Marketing...Realmente isso é Marketing, que nos faz voltar a consumir, desejar e sonhar com a marca e seus produtos.

Agora, por que não juntar toda a experiência que a Disney nos exemplifica e trocar experiências com os alunos, sendo eles os protagonistas do pensar Disney aplicado num modelo inovador e cativador? Isso aconteceu ontem, com meus alunos da Faculdade Sumaré.

Toda a apresentação, cuidadosamente preparada nos mínimos detalhes, envolvendo professores, faculdade e, acima de tudo, todos os alunos, mostra que sementes de esperança foram plantadas para deixarmos alunos e profissionais ainda mais preparados para desenvolverem uma carreira repleta de sucesso, inovação e sonhos!


Galerinha, lembrem-se que na vida teremos muitos desafios, muitos obstáculos a serem superados, nos machucaremos com os espinhos, mas no final uma linda rosa brotará e levará felicidade para todos!

Parabéns a todos e continuem se superando e se ajudando sempre. Isso é essencial!


20 abril, 2016

COMERCIAIS INESQUECÍVEIS: FABER CASTELL - AQUARELA

5 passos para converter seus resultados de marketing em vendas*

* Por Administradores.com.br

Após conquistar fãs e resultados nas redes sociais, é necessário compreender o público e automatizar processos para transformar os curtidores em consumidores


Após conquistar fãs engajados nas redes sociais, uma boa lista de leads – sua base de contatos – e autoridade em seu nicho, é necessário vender. Diante da dificuldade que muitas empresas têm de converter em vendas, é possível listar os principais passos para conseguir efetuar mais vendas. Quem explica isso é Diego Carmona, diretor executivo e CVO do Lead Lovers, plataforma pioneira do Brasil a oferecer ferramentas e serviços completos para empreendedores e empresas no segmento de Marketing Digital.

Saiba com quem você está falando

A primeira dica do empresário é procurar saber mais sobre os leads, ou seja, os contatos cadastrados em sua base. “Qual a profissão deles, seus hábitos de consumo? De que outras empresas eles gostam de comprar, do que eles gostam, por que escolheram sua empresa, qual o feedback sobre seu serviço?”. Segundo Carmona, é preciso abrir canais de comunicação com este público, seja incentivando comentários no site ou realizando enquetes nas redes sociais e até conversando pessoalmente.

Envie e-mails

Após conhecer o público, é necessário definir metas e objetivos, produzir conteúdo relevante para eles e mensurar todas as ações. Segundo Carmona, utilizar o princípio do e-mail marketing é a melhor opção. “O e-mail é uma ferramenta de comunicação mais direta que as redes sociais, e isso faz dele um meio mais eficiente para estreitar os vínculos entre empresas e consumidores”, destaca. O empresário destaca que, mesmo com milhares de pessoas recebendo um mesmo e-mail, a comunicação é mais assertiva e as chances de envolvimento e fidelização de clientes são maiores.

Aumente a lista

É importante que os leads sejam tratados de formas diferentes. Diego Carmona explica que há diferentes estágios para os leads, desde os que ainda buscam apenas o conteúdo gratuito, até os que estão totalmente preparados para efetuar uma compra. “Lançar uma campanha focada apenas na conversão não terá resultado tão satisfatório, pois muitos potenciais clientes ainda estarão no topo e meio do funil”, explica, lembrando que é necessário não apenas converter quem está no estágio final do ciclo de compras, mas fazer com que os outros leads cheguem até esse momento.

Personalize o atendimento

A verdadeira assertividade do envio de e-mails está, especialmente, na personalização do conteúdo. Segundo Carmona, é necessário falar em uma linguagem que faça o contato se sentir o único interlocutor da conversa. “Quando você trata um consumidor com personalização, fazendo com que ele se sinta especial, a possibilidade de ele dar o próximo passo é grande”, destaca. Há formas de, por exemplo, iniciar o e-mail para cada lead com o nome dele sem a necessidade de fazer isso manualmente. Além disso, é importante que cada usuário receba conteúdos diferentes, conforme o momento do funil de vendas no qual ele se encontra.

Automatize as tarefas

Por fim, o empresário destaca a importância de se automatizar tarefas. “A automação de e-¬mails pavimenta a estrada com os conteúdos corretos para cada usuário, oferecendo o que eles precisam em cada momento e fazendo-os avançar pelas etapas”, explica Carmona, que destaca a importância de oferecer novas experiências de atendimento, estabeleça uma comunicação eficiente, reconhecer e agradar o bom cliente, entre outras ações importantes para que ele se sinta parte de uma comunidade. “Fazer tudo isso sozinho demanda tempo e um esforço gigantesco”, indica. Sendo assim, ele sugere que se busque apoio profissional e softwares para automatizar as tarefas e trazer melhores resultados. “Fidelizar clientes não é uma tarefa tão difícil, desde que sejam utilizados os recursos ideais”.

08 abril, 2016

VIVENDO PELA FELICIDADE

Certa noite numa das minhas aulas, uma aluna me questionou sobre eu ser professor. Com tanto conhecimento que você possui, disse ela, você deveria trabalhar em uma multinacional, ganhar dinheiro, não depender tanto das aulas.

Com um leve sorriso, respondi que ganhar dinheiro é bom (afinal, quem não tem conta pra pagar?), mas nada é melhor do que ter a felicidade no que se faz, independente do valor monetário que se ganha. E assim, continuei a aula.

Nesta mesma noite, curioso com essa pergunta, me deixei levar pelos pensamentos e pelas lembranças de um passado não muito distante. O frio mundo corporativo, com suas fragilidades em torno do poder, de um cargo, de um pseudo status, me deixaram arrepiado. E, lá com meus botões, cheguei a conclusão: eu não faço parte deste mundo.



Em um mundo, cada vez mais individualista e impessoal...estar em contato com pessoas que você pode inspirar e transformar, é uma oportunidade fenomenal de aprender e de trocar experiências. Exercer a criatividade, não se limitando às paredes de uma sala de aula ou de um ambiente controlável, exercita nossa capacidade de conduzir alunos a novos patamares.

Agora, pare e pense. 

Na sua vida, você gostaria de ficar refém das regras e dos paradigmas antigos. Engessando o seu crescimento e limitando o seu conhecimento, pura e simplesmente por causa do dinheiro? Ou você prefere viver com sorrisos, sonhando e inspirando de modo a transformar pessoas e ainda assim, ser remunerado por isso?

Eu escolhi seguir o caminho da FELICIDADE.